As massagens japonesas do Ritz Spa

Tasting
Marketeer
01/08/2018
11:24
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KYO_430_ritz spa

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Em japonês, Miyuki Yasuda significa “neve bonita”. Miyuki Yasuda é bonita, tem a pele clara como a neve, a leveza do andar japonês mas a capacidade terapêutica sustentada em tradições ancestrais do país do sol nascente.

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Terapeuta do Four Seasons Hotel Kyoto, Miyuki Yasuda tem estado nas últimas semanas no Ritz Spa em Lisboa, para onde trouxe aquilo que diz ser a “combinação perfeita de dinamismo e zen”. A mim, agraciou-me (verdadeiramente) com uma Arashiyama Kyoto Bamboo Massage de 50 minutos. Quando Miyuki me foi receber, confesso que por segundos pensei se, do alto da sua pequenez, iria conseguir desfazer o peso que, naquele dia, teimava em percorrer as minhas costas. Miyuki sorriu! Explicou-me – com a maior calma e o mais largo dos sorrisos – a hora que se iria seguir: «com óleo quente e varas terapêuticas de bambu, este tratamento de corpo inteiro é pensado para aliviar a fadiga nas pernas e músculos tensos devido a desequilíbrios posturais».

Não precisou mais do que um minuto para me convencer!

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Inspirado pelo período Heian, no apogeu da “Paz e Tranquilidade”, o spa do Four Seasons Hotel Kyoto incorpora o princípio da estética japonesa do Enso: a ligação entre corpo e mente através do movimento do círculo de Enso. A trabalhar no spa localizado no octogenário ikeniwa (jardim da lagoa), Miyuki Yasuda procura encontrar a melhor forma de ajudar cada cliente em particular, com os seus tratamentos inspirados nas tradições de cura e ingredientes terapêuticos do país.

Ao Ritz Spa de Lisboa trouxe três experiências de assinatura que realçam, cada uma por si, ingredientes icónicos japoneses e tradições: chá verde, bambu e técnicas curativas ancestrais. No meu caso, a experiência foi de bambu, que se combina com massagem profunda e em que nenhum ponto mais tenso do corpo é deixado ao acaso.

Confesso que 50 minutos depois – e após a massagem sacrocaniana com que terminou – estava num misto entre o babar e o dormir. Saí à “japonesa”, que o mesmo é dizer… a flutuar.

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Obrigada, Miyuki Yasuda!

Texto de M.ª João Vieira Pinto




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