AMO.TE ALARGA PLANO DE EXPANSÃO

pedroA breve, a insígnia amo.te pode vir a instalar-se numa nova unidade de praia, à semelhança do recente amo.te Meco. Mas o grande objectivo de Pedro Miguel Ramos, CEO do grupo, «é começar a médio prazo a trabalhar o primeiro hotel amo.te», conforme revela. Um projecto que terá que abrir a capitais externos, ao contrário das unidades de restauração, que desistiu de trabalhar em regime de franchising.

Com estimativas de crescimento de 10% face a 2009, Pedro Miguel Ramos não nega a importância de parcerias – nomeadamente com a Unicer ou a SEAT – e o investimento na linha de merchandising que, não só ajuda a reforçar a notoriedade da marca, como responde já por 20% do total de volume de negócios do grupo.

Depois de um investimento em força no franchising da marca, o Grupo amo.te teve que se reorganizar e reavaliar prioridades. Quais os principais passos durante este trabalho?

Em primeiro lugar, reforçar as unidades próprias e apostar ainda mais no valor da marca. Um bom exemplo é o novo amo.te Meco, que deixou de ser um pequeno bar no coração da aldeia e passou a ser uma enorme estrutura com restaurante e garden/club, junto à praia do Meco.

Investimos igualmente nas outras unidades localizadas em zonas nobres e estratégicas, o amo.te Tejo (Museu da Electricidade), o amo.te Lisboa (Teatro Nacional D. Maria) e o amo.te Chiado (no centro do bairro). Ao mesmo tempo apostámos bastante no merchandising, com o lançamento de novos produtos amo.te.

E em que ponto está hoje este processo?

Não pretendemos voltar a trabalhar com particulares que, mesmo estando bem referenciados, acabam sempre por manifestar uma enorme falta de formação.

O crescimento actual na área da restauração passa por parcerias com grupos experientes, que nos ofereçam garantias de profissionalismo.

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