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Atletas juntam-se à Amnistia Internacional para lutar pelos Direitos Humanos

Notícias
Marketeer
17/09/2020
15:30
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17/09/2020
15:30
campo de futebol
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João Félix, Ricardo Quaresma, José Fonte, Éder, Rui Patrício, Trincão e Renato Sanches são alguns dos atletas nacionais que aceitaram o convite da Amnistia Internacional Portugal no sentido de consciencializar para os Direitos Humanos. Sob o mote “Eu Jogo Pelos Direitos Humanos”, o novo projecto foca-se, numa primeira fase, no futebol, mas outras modalidades irão juntar-se.

Além de jogadores, também outras figuras relevantes da área do desporto, como treinadores e árbitros, participam nesta iniciativa, que, de acordo com a organização, tem como pano de fundo o clima de violência, racismo, intimidação e ameaças à integridade física (pessoal e familiar), bem como o discurso de ódio sentido por agentes desportivos ou casos de tráfico humano.

«O desporto pode afirmar-se como exemplo de um mundo mais justo, por ser inclusivo e multicultural. Mas isso depende de todos: adeptos com mais respeito que se demarcam de todas as manifestações de ódio, clubes com mais noção da sua responsabilidade social, atletas e equipas técnicas que utilizam a sua influência mediática com mais força para que todas as pessoas, em todo o Mundo, possam usufruir de Direitos Humanos», explica Pedro A. Neto, director-executivo da Amnistia Internacional Portugal.

A iniciativa irá estender-se pela época 2020/2021, estando previsto um conjunto de acções de sensibilização e educação em parceria com as entidades que apoiam o projecto.

Segundo Pedro A. Neto, «o desporto espelha a sociedade no seu melhor e no seu pior», tendo potenciado alguns comportamentos, práticas e ideais que promovem o racismo e a discriminação, entre outros. Tanto dentro como fora de campo. Por isso mesmo, nasce “Eu Jogo Pelos Direitos Humanos”, iniciativa que ambiciona provocar mudanças de atitudes.

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«No caso particular do futebol, como jogo de arte colectiva, junta capacidades, habilidades e culturas diferentes, trabalhando-se em conjunto e união para alcançar a vitória, jogo a jogo. É isso que queremos que seja transposto para a sociedade e para os direitos humanos: um trabalho colectivo e de todas as pessoas para um Mundo melhor», conclui o director-executivo da Amnistia Internacional Portugal.




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