Slow movement: As marcas que estão a abrandar o ritmo das nossas vidas

Os estudos de tendências não mentem. O slow movement chegou para se instalar. Não é de agora, deste contexto de pandemia, mas sem dúvida que se acentuou desde a chegada da Covid-19. Nem sequer é uma evolução exclusiva dos portugueses, mas, que se sente, não há dúvidas. E todos os dias um bocadinho mais.

Mas, afinal, o que é isto do slow movement?

São conceitos de hotelaria pensados para quem quer abrandar e voltar a sentir o pulsar da terra (desligando até os telefones). São pessoas nascidas e criadas nas cidades que sentem a necessidade de plantar, ver crescer e colher os legumes que consomem. São encontros presenciais ou à distância com pessoas que partilham esta procura de uma vida mais simples, despojada de bens materiais. E são marcas, várias, a despertar para esta realidade, porque sentiram este chamamento e que, por outro lado, perceberam que comercialmente têm aqui um segmento de consumidores ávido por produtos para consumir de forma moderada, com calma e a saborear cada segundo. Fique a conhecer casos de empresas que se renderam a este conceito e querem que os consumidores possam, também, levar uma vida mais slow.

Textos por Daniel Almeida, Maria João Lima, M.ª João Vieira Pinto e Rafael Paiva Reis

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Março de 2021 da revista Marketeer.

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