Guerrilha ao serviço das marcas

Surpreender os públicos-alvo em momentos e locais inusitados é aquilo que as marcas procuram quando apostam em acções de guerrilha, seja no território dos seus concorrentes directos ou em ambientes que não lhes são naturais. Fomos conhecer, com maior profundidade, alguns casos que ganham (muito mais) alcance com as redes sociais.

Texto de Maria João Lima

Uma das recentes acções de guerrilha do Netflix surpreendeu e deixou as pessoas a questionar-se do que se estava a falar. Como era objectivo da marca, claro. No início do Verão – aproveitando uma semana que se antevia mediativa ao ser conhecida a lista dos grandes devedores da banca –, o Netflix aproveitou para promover a terceira temporada da série “La Casa de Papel”.

Com frases como “Continua a desaparecer dinheiro dos bancos? Não fomos nós.” e “Banco com buracos de milhões? Não fomos nós.”, a empresa negava responsabilidades no estado do País. Antes, brincara com o polémico telefonema de Marcelo Rebelo de Sousa a Cristina Ferreira, simulando um telefonema do Presidente da República Portuugesa a Lisboa, o nome adoptado nessa terceira temporada por uma das personagens principais da série espanhola. Mas apostar em marketing de guerrilha não é uma novidade trazida pela plataforma de streaming para Portugal.

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Setembro de 2019 da revista Marketeer.

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