E se um acidente o atirar para uma cadeira de rodas?

novamenteRomper o silêncio que a ruptura com a sociedade traz às pessoas com traumatismo crânio-encefálico e famílias, informar a população sobre o problema, acreditando que um maior envolvimento de todos terá um impacto muito favorável na sua recuperação. São estes os principais objectivos da campanha sobre a Novamente, uma associação criada por pais, médicos e amigos de pessoas com traumatismos crânio-encefálicos (TCE). A associação estima que existam actualmente mais de 200 mil pessoas a viver com sequelas de traumatismos crânio encefálicos em Portugal.

Desenvolvida pela Brandia Central – com o apoio financeiro da Direção-Geral da Saúde – a campanha “Começar por Acreditar” aborda vários aspetos associados às vítimas de TCE, tais como o acidente, a pessoa e a condição, a família, o incentivo a pensar no assunto, o preconceito, a importância de acreditar e a capacidade de recuperação. Presente em televisão, rádio, imprensa e banners, a campanha pretende levar a pensar que o traumatismo crânio-encefálico não acontece só aos outros. «É causado por acidentes (comuns) a pessoas comuns e deixa danos irreparáveis. A inércia e falta de soluções afectam o próprio e a família», refere a associação em comunicado. A campanha pretende alertar a opinião pública para este tema e apelar ao apoio à Novamente através de donativos ou voluntariado.

 

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