Para assinalar o Dia Mundial do Livro, celebrado esta quinta-feira, a APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros lançou a campanha digital “A minha vida dava um livro”, um convite aberto a todos os leitores para transformarem as suas próprias vivências em inspiração literária.
A campanha parte da ideia simples mas envolvente de que cada pessoa tem uma história que merece ser contada. A APEL desafia assim o público a partilhar nas redes sociais episódios, memórias ou experiências pessoais que poderiam dar origem a um livro, desde momentos marcantes a acontecimentos inesperados, passando pelos pequenos detalhes do quotidiano que moldam quem somos. O objetivo passa por reforçar a ligação emocional à leitura e mostrar que a literatura nasce, muitas vezes, das histórias reais que todos carregam consigo.
Para amplificar o alcance da iniciativa e inspirar diferentes comunidades, a APEL convidou vários criadores de conteúdos a partilhar as suas próprias histórias – como Marina Trindade, Maria Leonor Vaz, Margarida Amaral, Margarida Maurício, Tiago Barroso e Rafael Duarte Menza -, e a dar o pontapé de saída com as suas próprias histórias.
A campanha conta ainda com a participação especial do jovem Francisco Borges, cuja paixão pelos livros se destaca como um elemento diferenciador, especialmente relevante para aproximar as novas gerações do universo da leitura.
Mais do que uma ação comemorativa, “A minha vida dava um livro” pretende transformar o público em protagonista, incentivando a participação ativa e a partilha espontânea, sublinhando que a leitura e a escrita são inseparáveis da vida e que cada narrativa individual tem valor cultural e emocional.
A campanha decorre nas redes sociais da APEL até ao final do mês, desafiando todos a partilhar a sua história com #AMinhaVidaDavaUmLivro e a provar que, no fundo, cada vida pode mesmo dar um livro.
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