A nova onda da Deeply

O objectivo da Deeply é claro: crescer no mercado europeu e, mais tarde, nos restantes continentes. Para isso, está a surfar as suas maiores ondas internas. Ricardo Aragão, head of Marketing, explica a estratégia em curso

Texto de M.ª João Vieira Pinto

A Deeply está adulta. Cresceu e emancipou-se. Ainda sob gestão da Sonae, a marca de desporto não só saiu de casa – que o mesmo é dizer passou a ter escritórios próprios – como deixou de estar à venda nas lojas Sportzone. Agora, por cá é só online. Mas a prazo, e num trabalho alinhado com o que já tem vindo a desenhar em outros mercados europeus, a estratégia passará pela abertura de lojas próprias. À semelhança, de resto, com o que se passa em Espanha ou França.

Ricardo Aragão, head of Marketing da Deeply, não tem qualquer dúvida que este era o caminho lógico para uma marca que quer crescer e ir mais longe. Até porque só assim tem abertura para pensar e criar colecções mais integradas com as actuais tendências. T-shirts de algodão orgânico ou casacos feitos à base de tecidos reciclados são só dois exemplos de algumas das novidades que a Deeply apresenta na actual colecção. Para se afirmar, mais ainda, não só junto do target praticante de surf – o grande core de clientes da marca – como de um público mais alargado e jovem que passará a perceber que, por aqui, se fala de moda sustentável! E já não só desportiva…

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Outubro de 2019 da revista Marketeer.

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