Uma marca com propósito é uma marca com vida

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O Grupo EDP tem duas grandes linhas orientadoras para a sustentabilidade. Por um lado, promover a descarbonização da economia, através do investimento em energias renováveis e, por outro, promover o acesso à energia para todos.

Considerando apenas a intervenção social, as actividades obedecem a quatro prioridades mais específicas: promover o acesso à cultura e à arte e proteger o património cultural; promover a inclusão social e a adopção de modos de vida sustentáveis, valorizando a inclusão energética e o acesso à energia; proteger o património natural e a biodiversidade; e promover a eficiência energética, a energia renovável e a descarbonização.

A aposta nas energias renováveis é uma prioridade estratégica e de negócio da EDP, tendo o grupo 74% da capacidade instalada em parques e centrais de energias limpas. Os investimentos mais recentes têm sido feitos através da EDP Renováveis (EDPR) nas várias geografias em que o grupo se encontra. Em Portugal, foi garantido há poucas semanas um financiamento de 60 milhões de euros do Banco Europeu de Investimento para desenvolver o Windfloat, o primeiro parque eólico flutuante a nível mundial em plataformas semi-submersíveis.

«É uma tecnologia pioneira que, quando estiver instalada em alto mar, vai produzir energia suficiente para abastecer anualmente 60 mil casas», salienta fonte oficial da EDP. Outro exemplo é a inauguração na Roménia de uma instalação pioneira para armazenamento de energia limpa. Este equipamento foi instalado num parque eólico e é um avanço tecnológico muito relevante para a promoção das energias renováveis, uma vez que vai permitir armazenar energia limpa quando houver excesso de produção, e usá- -la quando não houver vento ou sol, explica a mesma fonte.

«Quando for alargado a outros parques e centrais, este sistema de armazenamento vai permitir tornar constantes as energias que agora ainda são intermitentes.» Nos Estados Unidos da América, a EDP Renováveis já tem assegurados contratos para instalar parques eólicos com mais 1,2 GW de energia. Este país é o principal mercado da EDPR e a empresa já alcançou em 2018 as metas de capacidade adicional a instalar que tinha previstas para 2020.

Ao nível da aposta do Grupo EDP nas energias limpas, destaca-se também o projecto fotovoltaico na barragem do Alto Rabagão, em que foram instalados painéis solares flutuantes na albufeira da barragem, e em que está a ser produzida energia a partir da água e do sol em simultâneo. Num âmbito mais geral, entre as muitas iniciativas de sustentabilidade e responsabilidade social realizadas ao longo do ano pelo grupo, destaca-se o lançamento de um fundo filantrópico para combater a pobreza energética.

Com 500 mil euros para investir, este fundo destina-se a financiar projectos de acesso à energia através de fontes renováveis, em regiões remotas ainda sem ligação a redes eléctricas. Estão nesta situação cerca de mil milhões de pessoas. Nesta fase de lançamento, o foco são países da África Oriental, designadamente Quénia, Tanzânia, Moçambique e Malauí.

«Este novo instrumento traduz o empenho da EDP na promoção da inclusão energética », salienta a mesma fonte. Contribuir para o desenvolvimento social através de mecanismos promotores da sustentabilidade enérgica é uma das prioridades da Estratégia de Sustentabilidade do grupo, que está na direcção da Sustainable Energy for All, organização internacional parceira das Nações Unidas. A EDP comprometeu-se publicamente a contribuir para oito dos 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU, definindo como prioritários o 7.º – Energias Renováveis e Acessíveis – e o 13.º – Acção Climática.

Certo é que os eixos e estratégias da EDP são partilhados nas várias geografias onde o grupo se encontra, tendo investido em projectos de energia renovável na Europa (Roménia, Polónia e Espanha são apenas alguns exemplos recentes), no Brasil (com a criação de novos parques eólicos e centrais solares) e nos Estados Unidos da América (com novos parques nos vários estados onde o grupo EDP está presente).

O grupo tem também promovido soluções de mobilidade eléctrica nas várias geografias, com destaque para os mais de 50 pontos de carregamento instalados em Espanha e para a inauguração do maior corredor eléctrico da América Latina, de São Paulo ao Rio de Janeiro. Da mesma forma, tem uma estratégia comum de sustentabilidade e responsabilidade social, e promove acções de voluntariado, mecenato e apoio social nas várias geografias em que marca presença.

Não é, pois, de estranhar que o grupo esteja pelo 11.º ano consecutivo entre as empresas mais sustentáveis do mundo, integrando os índices Dow Jones Sustainability.

Em 2018 a EDP manteve posições de liderança, tendo mesmo conseguido ter a melhor pontuação do ranking na dimensão social. O programa de voluntariado do grupo também foi distinguido pela Confederação Portuguesa de Voluntariado. Marca com propósito A EDP acredita que uma marca sem propósito é uma marca sem vida. «Uma marca que não se preocupa em devolver à sociedade o que a sociedade lhe dá, é uma marca egoísta.

Existe pouco espaço, ou até mesmo nenhum, para marcas sem vida e egoístas», defende a fonte oficial da EDP. Daí que desde sempre a EDP tenha estado atenta e tenha ouvido os seus stakeholders. Prova disso é a estratégia de negócio desenvolvida para a sociedade e respeitando a sociedade. «Não só investimos na electrificação sustentável do País, como construímos barragens, parques eólicos e centrais solares com uma forte preocupação em manter e reforçar a fauna e a flora locais, bem como dinamizar culturalmente cada uma das localidades envolvidas.»

O propósito da EDP tem sido crescer dentro e fora de Portugal, apostando numa sociedade cada vez mais sustentável, com um forte investimento na cultura, nas energias renováveis, na mobilidade eléctrica e em planos de sensibilização e educação das pessoas para um uso mais eficiente da energia «Um caminho que construímos dia a dia, para que a EDP continue a ser uma marca humana, inovadora, sustentável e próxima das pessoas. Uma energia que partilhamos e recebemos num diálogo contínuo.»

Inovação fomenta sustentabilidade

A inovação tem estado na base da promoção da sustentabilidade e da eficiência energética da EDP. A empresa é pioneira na gestão inteligente da casa com o edp re:dy, um produto desenvolvido dentro do grupo e que já foi premiado internacionalmente. O edp re:dy permite ao cliente conhecer os consumos dos equipamentos da casa e programar medidas para redução da factura de electricidade de forma simples e intuitiva. Também foram desenvolvidos recentemente dois serviços que fazem um check up à iluminação e aos equipamentos domésticos e que estão incluídos no serviço Funciona.

«Com estas soluções, é detectado o potencial de poupança e propõe-se a implementação de medidas de eficiência personalizadas», explica fonte oficial da EDP. Desta forma, nos últimos dois anos a EDP já ajudou milhares de clientes a poupar e a tornar as suas habitações mais sustentáveis. A EDP está também na linha da frente das soluções de eficiência energética, seja no âmbito da energia solar, da mobilidade eléctrica, da iluminação LED ou de equipamentos, como as bombas de calor para aquecimento de água que introduziram no País.

E de maneira a consciencializar e incentivar os clientes a poupar energia, a EDP disponibilizou recentemente diversos simuladores gratuitos no site edp.pt, que permitem aos clientes saber como podem poupar na factura. Estas ferramentas recomendam a potência contratada e a tarifa adequadas, assim como disponibilizam dicas de poupança para a utilização eficiente de equipamentos e iluminação. Os clientes podem ficar ainda a saber se necessitam de uma ajuda personalizada através de uma auditoria energética, ou se podem substituir os seus equipamentos por outros mais eficientes.

Mecenato cultural

A Fundação EDP tem mantido desde a sua criação o apoio mecenático a um relevante leque de instituições culturais portuguesas. A par da Companhia Nacional de Bailado, a Fundação Casa da Música ou a Fundação de Serralves, são de salientar também as relações que tem com a Galeria Municipal do Porto, a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, a Orquestra Sinfónica Juvenil e Trienal de Arquitectura de Lisboa, entre outros. Em alguns casos, a Fundação EDP é mecenas da programação anual dessas entidades; em outros, apoia projectos específi cos.

«Somos mecenas do Ciclo de Piano EDP da Casa da Música e mecenas exclusivo de uma grande exposição na Fundação de Serralves, que este ano foi dedicada à obra de Álvaro Lapa (“Álvaro Lapa: no Tempo Todo”, que decorreu entre 8 de Fevereiro e 20 de Maio)», sublinha fonte ofi cial da EDP. Mas há mais. O programa EDP Solidária – a maior linha privada de investimento social em Portugal -, o programa Escolas Solidárias e o programa Arte Pública Fundação EDP são três projectos muito representativos da actuação da Fundação EDP na área social.

O programa Escolas Solidárias, que promove o exercício da cidadania nas escolas do 2.º ciclo ao secundário, envolveu mais de 50 mil alunos e professores de 513 escolas de todos os distritos. O programa Arte Pública – que, em parceria com a EDP Distribuição, promove o acesso à arte e o desenvolvimento local de zonas com baixa densidade populacional – cresceu e conta já com 80 intervenções artísticas em localidades do Algarve, Alentejo, Médio Tejo, Ribatejo e Trás-os-Montes. No Programa EDP Solidária, em 2018 a EDP disponibilizou uma verba de 2,1 milhões de euros para apoiar projectos que visem a melhoria do conforto térmico dos utentes de entidades da sociedade civil (IPSS, ONG, etc.) e utentes de centros e hospitais do Serviço Nacional de Saúde.

«Destacamos também o papel que o MAAT desempenha, através da programação que apresenta, diversifi cada e inclusiva, bem como do seu serviço educativo, que recebe milhares de alunos ao longo do ano, nomeadamente no âmbito do Circuito Central Elétrica, que permite trabalhar conteúdos curriculares adaptados aos vários graus de ensino, desde o pré-primário ao universitário », diz a mesma fonte da empresa. As várias iniciativas de sustentabilidade e responsabilidade social têm sido comunicadas através dos sites do Grupo EDP e do relatório de sustentabilidade.

A EDP tem também participado em conferências e grupos de trabalho sobre estes temas e divulga as iniciativas nos contactos directos e regulares com os múltiplos stakeholders.

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