Marketing Pessoal

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Hoje, tal como os produtos, também as pessoas precisam de trabalhar a sua marca e a sua imagem para vencerem num mundo cada vez mais competitivo. Ter um bom currículo já não é suficiente para marcar pontos na carreira profissional e pessoal. O caminho está num correcto planeamento do marketing pessoal.

(…)

Pontos-chave

Max Gehringer, administrador de empresas e escritor, autor de diversos livros sobre carreiras e gestão empresarial, apontou dez pontos que devem fazer parte da personalidade para um correcto marketing pessoal:

1.º Liderança: Algumas pessoas têm uma habilidade muito maior de influenciar as outras. É importante ser um formador de opinião;

2.º Confiança: Ser uma pessoa com quem se possa falar sem rodeios e que os outros levam a sério;

3.º Visão: É alguém entender o que está a fazer e por que está a fazer, e sugerir pequenas mudanças para melhorar o próprio trabalho ou o trabalho dos colegas;

4.º Espírito de equipa: É oferecer ajuda aos colegas, mesmo sem ser solicitado;

5.º Maturidade: É saber solucionar conflitos sem provocar mais conflitos. Preferir conversar e não resolver em discussão;

6.º Integridade: É fazer o seu trabalho sem prejudicar ninguém. Não ser excessivamente ambicioso e atropelar quem aparece pela frente;

7.º Visibilidade: Ser o primeiro a levantar a mão quando o chefe precisa de um voluntário para uma tarefa;

8.º Empatia: É saber elogiar o trabalho de um colega e reconhecer o mérito dos outros;

9.º Optimismo: Não é um optimismo sem sentido, mas um optimismo com causa. A pressão do trabalho leva-nos a imaginar que as coisas são piores do que realmente são;

10.º Paciência: Isso é o que mais acontece com jovens recém-licenciados no mercado de trabalho. Normalmente, uma pessoa com excelente formação académica entra numa empresa e, seis horas depois, já está a começar a pensar por que não foi promovida. De todas as qualidades que nós podemos ter, a paciência é, talvez, a que se a gente não tiver, nos vai prejudicar mais.

Evidentemente, não adianta ter tudo isso se o funcionário não consegue fazer aquilo que ele é pago para fazer, dar bons resultados de curto prazo.

(…)

Por Hugo Correia Lopes

PARA LER O ARTIGO NA INTEGRA, CONSULTE A EDIÇÃO IMPRESSA (MARKETEER Nº158)

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