Grupo Jerónimo Martins com lucro de 65 milhões de euros

Durante o primeiro trimestre de 2015, as empresas do Grupo Jerónimo Martins obtiveram resultados positivos generalizados. O grupo gerou lucro no valor de 65 milhões de euros o que representa um aumento de 4%.

As vendas consolidadas cresceram 9,4% para os 3,2 mil milhões de euros e o cash flow operacional chegou aos 166 milhões de euros.

De um investimento de 89 milhões de euros, 63% foi aplicado na Biedronka, cadeia de supermercados na Polónia, que, por sua vez, apresentou um crescimento de vendas na ordem dos 11%.

Com 58 novas lojas, a Biedronka apostou em campanhas para a promoção de produtos tradicionais portugueses, tanto através de filmes publicitários no YouTube como no site da companhia.

Os lançamentos da marca própria aumentaram 47%, sendo que os mesmos têm um peso de 48% no total das vendas continuando, por isso, a ser um dos principais pilares da oferta da Biedronka.

Quanto ao Pingo Doce, a cadeia portuguesa registou um crescimento de vendas de 4%, abriu duas lojas e lançou 38 produtos novos de marca própria. 36,5% das vendas (excluindo bens perecíveis especializados) chega através do consumo de produtos de marca própria.

A linha de produtos próprios obteve também grande destaque a nível de publicidade com a realização de campanhas em televisão para promover cápsulas de café ou fraldas.

A parceria com a BP através do cartão Poupa Mais também foi reforçada com a abertura da primeira loja Pingo Doce & GO.

No campo do canal Horeca, o Recheio apresenta um crescimento de vendas de 4% e 51 novos produtos de marca própria. Esta última representa 21,5% das vendas (excluindo perecíveis e especializados).

A empresa investiu na fidelização de clientes através do lançamento de um programa para o efeito que garantia prémios ou vales de desconto e conseguiu angariar mais de três mil novos clientes, relativamente ao mesmo período do ano passado.

Pedro Soares dos Santos, presidente do conselho de administração e administrador-delegado, afirma, em comunicado, que o grupo continuará a ver a Polónia como prioridade mas que também encontra uma oportunidade de mercado na Colômbia. A expansão para a América Latina deverá acontecer já no segundo trimestre.

Os novos negócios Ara e Hebe contribuíram com 49 milhões de euros para as vendas consolidadas, durante o primeiro trimestre, o que representa um aumento de 20 milhões de euros face ao mesmo período de 2014.

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