FIL quer maior interactividade dos expositores

filA FIL – Feira Internacional de Lisboa está apostada em reafirmar a importância das suas feiras como palco privilegiado de lançamentos e de comunicação com consumidores. Para isso, pede maior interactividade aos expositores presentes nas 23 feiras que organiza anualmente. «Talvez seja necessário aprender algo com os americanos que se preocupam menos com a área de exposição na feira e mais com o “espectáculo” que vão dar», comenta Fátima Vila Maior, directora da FIL, que reconhece que abrir e fechar um stand numa feira é insuficiente. Procurando dinamizar a interactividade, a FIL cria, já na próxima feira do calendário, a Viver Saúde, um espaço de experimentação próprio que será dinamizado pela Associação dos Cabeleireiros de Portugal e algumas marcas.

Que balanço faria da actividade da FIL nos últimos cinco anos?

A FIL está sedeada no Parque das Nações há já 10 anos e tem sido desde então um instrumento importantíssimo para a promoção da actividade económica não só em Lisboa, mas das empresas portuguesas em geral. Em outros países, as feiras são percebidas como verdadeira alavanca da actividade económica.

O facto de a FIL estar sitiada em Lisboa aporta ainda elevado impacto no turismo da cidade. Um estudo feito pela União de Feiras mostrou que por cada euro investido em espaço de feira, 8 a 12 euros são gerados em táxis, hotéis, restaurantes, acções de RP paralelas, etc.

 Uma feira tem, portanto, um efeito multiplicador.

Exacto. E é por isso que, em geral, os parques de feiras são tão acarinhados pelas câmaras municipais e pelos governos. O caso paradigmático é o da Alemanha em que cada cidade se diz “cidade-feira”, havendo mesmo um despique de protagonismo entre Frankfurt, Hannover e outras cidades.

A existência de feiras precede a Idade Média e a sua essência é fundamentalmente a da troca, de procura de conhecimento e de teste de produtos no mercado. No entanto, as feiras têm vindo a alterar-se perante um cenário internacional em que a comunicação e a mobilidade das pessoas é muito maior. Têm, assim, procurado responder melhor às potencialidades que a feira, enquanto ferramenta de promoção, tem intrínsecas.

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