Cigarros electrónicos Logic chegam a Portugal

A partir do próximo dia 4 de Novembro, os fumadores portugueses terão uma nova alternativa ao tabaco convencional. O Logic Compact é um cigarro electrónico que promete uma solução sem fumo, cinza ou cheiro. Chega pelas mãos da Japan Tobacco International (JTI), empresa que detém marcas como Winston ou Camel.

O sistema Logic Compact é composto por um dispositivo de metal recarregável, que possui uma bateria de lítio com autonomia para cerca de um dia de utilização, e por quatro líquidos de recarga – com sabor a tabaco, mentol, bagas e hortelã e morango. As recargas são magnéticas (basta encostá-las ao carregador para começar a vaporizar) e já contêm nicotina, embora em diferentes intensidades: 12 mg/ml e 18 mg/ml (apenas nas opções tabaco e mentol). A JTI garante que cada recarga dura cerca de 300 vaporizações, ou o equivalente a um maço de cigarros tradicionais, e que o carregador não exige manutenção ou limpeza.

«Se tivesse que destacar três atributos do Logic Compact, seriam o design único, os sabores exclusivos e simplicidade no uso do produto», afirmou hoje Yannick Girault, country manager da JTI Portugal, durante a apresentação da marca. O responsável sublinhou ainda o investimento feito pela JTI em pequisa e inovação até chegar a este vaporizador, que já está disponível em 19 mercados. «Já investimos mil milhões de dólares e vamos investir mais mil milhões até ao final de 2020. A categoria de cigarros electrónicos é ainda pequena – representa 4% do consumo mundial de produtos de nicotina, ou 18 milhões de consumidores – mas estratégica para a JTI», frisou o responsável.

Nesta fase de lançamento, as recargas líquidas serão vendidas a 2,95 euros por unidade (depois, o preço passará a 3,50 euros) e o dispositivo a 19,90 euros, nas opções cinza e rosa. Até ao final do ano, estarão disponíveis em cerca de mil pontos de venda na Grande Lisboa e Grande Porto – no próximo ano, a distribuição será alargada a outros pontos do País e a 4000 pontos de venda –, nos retalhistas que habitualmente já distribuem tabaco tradicional, como papelarias ou bombas de gasolina. «É uma rede que conhece bem os nossos produtos e os consumidores. E nós só queremos comunicar com os fumadores, não queremos falar para mais ninguém», explicou Yannick Girault.

Texto de Daniel Almeida

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