André Henriques deixa RFM

Sim, é verdade. André Henriques deixou a RFM. Se é fã deste profissional saiba que, a breve prazo, não vai voltar a ouvi-lo a comandar algum programa de rádio, nem na RFM nem em outra estação. É que o profissional decidiu colocar essa parte da sua carreira em stand by.

À Marketeer André Henriques explicou que na base da decisão de deixar a rádio estiveram dois factores. «Desde que comecei a trabalhar em rádio, e já lá vão 14 anos, que o meu horário foi o das manhãs. Foi assim na Mega Hits de estagiário a animador das Mega Manhãs, e depois na passagem para a RFM com o Café da Manhã [onde até  Setembro fazia equipa com Joana Cruz, Mariana Alvim e Nilton]. É, obviamente, o horário nobre da rádio mas também o mais desgastante a nível físico e emocional», explica. Por outro lado, sentiu que o desafio que a RFM lhe colocava nesta fase não era o que pretendia e que o caminho que vislumbrava não era o mais interessante neste ponto da carreira.

Ainda assim não vê esta saída como um adeus à rádio. Acredita mesmo que nunca deixará de fazer rádio. «Todos os dias o faço quando no carro aplaudo ou critico um bom momento que acabei de ouvir. Faz parte de mim desconstruir sempre o que está a ser feito e perceber o objectivo de comunicação. Um marinheiro mesmo em terra será sempre um marinheiro», assegura.

Mas André Henriques não ficou parado com a saída da RFM. Aliás, já antes acumulava projectos. À Marketeer revela que está a desenvolver um projecto digital em nome próprio com a Milenar centrado na área da música e do lifestyle. «Embora ainda em fase de construção está a tornar-se num poço de criatividade.» Além disso continua a actuar enquanto DJ e, explica, «posso agora dar resposta às solicitações que tinha e que muitas vezes chocavam com o horário na rádio». Um trabalho para o qual André Henriques considera que a WAM «tem sido incansável» ajudando a «construir tudo de forma muito consistente». O profissional tem ainda tempo para ir aquecendo a voz regularmente em spots de publicidade e sempre de braço dado com a Dechatlon.

Texto de Maria João Lima

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