Qual a melhor estratégia mobile?

facebook_2A Initiative, através de um estudo da sua network internacional, analisou o comportamento dos utilizadores de smartphone, identificando pistas que conduzem a estratégias publicitárias, em mobile, mais eficazes.

Entre as principais conclusões, o estudo refere que o consumo semanal de media norte-americano cresceu 30% entre 2003 e 2012 (passando de 61 para 80 horas), 71% dos utilizadores de smartphones tem aplicações sociais e 67% utilizam-nas diariamente, e 85% dos telespectadores comenta online os programas que vê.

Com base nestas e noutras conclusões, a Initiative identifica três estratégias a explorar, as quais assentam “na compreensão da utilização que os consumidores fazem do telemóvel: estar em contacto e socialização, entretenimento e compras”.

Segundo o estudo, o smartphone “continua a ser antes de mais um telefone, e nesse sentido, para lá das funcionalidades acrescidas (…) a funcionalidade básica continua a ser de contactar e estar contactável”. Nesse sentido, as marcas devem apostar no desenvolvimento de aplicações que “permitam e facilitem o contacto com familiares e amigos, tão frequentemente quanto possível e através do maior número possível de touchpoints”.

A segunda pista está relacionada com o multitasking. De acordo com o estudo, 54% dos telespectadores emite ou consulta conteúdos online acerca dos programas que está a ver, “dedicando um maior interesse e atenção aos conteúdos”. Por isso, “as aplicações que possam facilitar o consumo, personalização e partilha entre plataformas destes conteúdos, são uma oportunidade para as marcas entrarem nas rotinas de entretenimento, beneficiando da maior predisposição e atenção dos utilizadores de smartphone nestes momentos de lazer”, refere.

Por último, o estudo sublinha que os smartphones são hoje uma ferramenta de apoio à decisão no processo de compra, seja online ou offline. “É importante que os marketers tenham consciência desta utilização mais racional no momento da compra, de modo a antecipar este momento e trabalhar os atributos de marca nos momentos de pesquisa anteriores à compra, mas sem perder a oportunidade de estar também no momento da compra”, conclui.

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