Programmatic buying deverá valer 14,5 milhões de euros em Portugal

Programmatic_rsSegundo um estudo da Magna Global, nos próximos anos o programmatic buying deverá consolidar o seu peso no mercado publicitário português, representando cerca de 14,5 milhões de euros em 2014 e 50,7 milhões em 2018.

O estudo, designado “The International State of Programmatic”, foi realizado pela Magna Global, a unidade de Estratégia Global do grupo IPG Mediabrands, num total de 24 mercados em todo o mundo, incluindo Portugal, com o objecivo de lançar dados e estimativas sobre o programmatic buying à escala global. O estudo “identifica aspectos chave desta temática, tais como a diferença entre RTB (real time buying) e transações que não envolvem RTB, targeting e inventário, bem como as vantagens e barreiras ao programmatic buying”, explica a Magna Global em nota de imprensa.

A empresa estima um crescimento médio anual de 31% do programmatic buying até 2017, e de 38% no caso do RTB. “No futuro próximo a maioria do inventário digital será transacionado através de programmatic buying, nomeadamente através de RTB”, reitera.

Segundo o documento, a região com maior potencial de crescimento é a Ásia, onde o programmatic buying deverá crescer 73% este ano, para 362 milhões de euros. Segue-se a América Latina – onde o Brasil é já o maior mercado de programmatic buying – que deverá crescer 67%, para 606 milhões de euros, enquanto nos países nórdicos e na União Europeia deverá representar um total de 354 milhões no final do ano.

«O movimento de programmatic buying a que assistimos actualmente em toda a Europa, revelado por este estudo, é já hoje uma realidade nos Estados Unidos, onde inclusivamente o programmatic buying começa a ser transversal a todas as plataformas digitais. Esta será também claramente a evolução do nosso mercado», afirma Pedro Sousa, director de Digital e Activação do IPG Mediabrands. «Qualitativamente estamos a falar de uma evolução sem precedentes, ao nível da precisão com que conseguiremos amplificar a comunicação, junto de targets muito segmentados», frisa.

O estudo da Magna Global resulta de entrevistas e análises junto de representantes de agências, DSPs, publishers, relatórios já existentes e outra informação pública disponível.

 

 

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