Portugueses organizam mais festas de Natal. Procura por serviços aumenta 120%

Os portugueses estão a organizar mais festas de Natal e a gastar mais dinheiro, revela uma análise da Fixando à actividade de mais de seis mil utilizadores da app. De acordo com os dados, o aumento da procura por serviços associados a festas de Natal ascendeu aos 120% durante o mês de Outubro, comparativamente com o mesmo período de 2019.

«O ano passado, num período de recuperação pós-pandemia para o sector dos eventos, já registámos um aumento das celebrações mais numerosas. Este ano, a tendência é ainda mais evidente e ultrapassa largamente os valores pré-pandemia: há uma crescente vontade dos portugueses se reunirem em maior número, desde festas de trabalho, a celebrações familiares e com amigos», explica, em comunicado, Alice Nunes, directora de Novos Negócios da Fixando.

Com o aumento generalizado dos custos inerentes a estas actividades, subiram também os preços praticados pelo sector, com um aumento, em média, de 12%, em relação a 2021. Assim, a app prevê que estes prestadores de serviços facturem, através da Fixando, cerca de 1.637 milhões de euros durante o último trimestre do ano, face aos 1.123 milhões de euros facturados no mesmo período de 2019, ultrapassando, assim, os valores pré-pandemia.

Os dias 16 e 17 de Dezembro, uma semana antes do Natal, são os mais procurados por quem está a organizar festas e eventos da quadra festiva, com muitos clientes a sentirem já dificuldade em encontrar profissionais e empresas disponíveis para este fim-de-semana.

A análise destaca ainda alguns dos serviços para festas de Natal que registaram um maior aumento de procura em 2022, face aos últimos três anos, como o aluguer de viaturas (+97%), aluguer de cabines de fotos e vídeo (+89%), decoração de festas e eventos (+62%), cabeleireiros e maquilhadores (+61%), staff para eventos (+55%), aluguer de equipamento para festas (+43%) e quintas e espaços para eventos (+35%).

Por outro lado, a animação com mágicos (-77%), cantores (-64%), bandas de música (-51%) e palhaços (-42%) apresentam quebras na procura.

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