Passa a outro e não ao mesmo: a arte do “regifting”

Já lhe aconteceu receber um presente do qual não gosta ou para o qual não tem utilidade, mas que não pode trocar? Embora devolver não seja opção, talvez haja outra forma de dar a volta à questão: “regifting” é a arte de dar um novo dono a presentes que recebemos e que não queremos manter.

Agora que o Natal se aproxima a passos a largos, vale a pena pensar nesta opção. Em vez de ter a arrecadação cheia de objectos que nunca viram a luz do dia, que tal perceber se algum deles pode ser o presente ideal para outra pessoa? Só porque não faz sentido para uma pessoa, não quer dizer que não faça falta a outra.

Segundo o site The Spruce, o caminho a seguir é simples. Primeiro que tudo, deve-se agradecer a quem ofereceu o presente, evitando comentários negativos ou depreciativos. Depois, é boa ideia guardar o objecto com uma etiqueta que indique o nome dessa pessoa para que o presente não acabe de volta à origem uns meses mais tarde, fruto de má memória.

É importante também ter cuidado para não oferecer artigos personalizados com monogramas ou dedicatórias, por exemplo. Além disso, é boa ideia trocar o papel de embrulho e inspeccionar todos os detalhes da embalagem para garantir que está em boas condições: o presente deve parecer acabado de sair da loja.

O mesmo site sugere ainda que se organize uma troca de presentes repescados, um evento em que todos os participantes são honestos e admitem ter cedido ao “regifting”. Desta forma, coloca-se um ponto final ao possível embaraço de oferecer um presente deste tipo a alguém e todos têm oportunidade de desocupar algum espaço em casa.

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