Pandemia: 1 em cada 5 portugueses subscreveu serviços de informação ou entretenimento

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Marketeer
31/07/2020
10:50
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Pandemia: 1 em cada 5 portugueses subscreveu serviços de informação ou entretenimento

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O período de confinamento imposto na sequência da pandemia de COVID-19 alterou os hábitos e padrões de consumo de media dos portugueses. Um estudo realizado pelo OberCom e pela Intercampus mostra que um quinto dos portugueses subscreveu pelo menos um novo serviço de informação ou entretenimento online de que não dispunha antes.

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Os serviços de streaming estão entre os que mais cresceram, uma vez que 40,7% dos portugueses que subscreveram um novo serviço online aderiu a plataformas como Netflix ou HBO. Por outro lado, 11,9% subscreveu um serviço de streaming de música e 8,9% passou a pagar por notícias em formato digital.

A Geração Z foi a que mais alterou os seus hábitos de consumo de media, com mais de metade a afirmar que viu mais conteúdos em plataformas de streaming de vídeo.

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O estudo salienta “a elevada taxa de retenção destes produtos”. Embora o Estado de Emergência já tenha terminado há semanas, 84,4% diz que não irá cancelar algum dos novo serviços subscritos.

Questionados sobre que produto escolheriam caso lhes fosse oferecida uma subscrição gratuita, 27,8% dos portugueses optaria por um serviço de streaming de vídeo, 18,5% preferiria canais premium disponíveis no seu serviço de televisão paga e 9,7% software ou aplicações com fins educativos. Só 7,1% escolheria notícias em formato digital.

Videoconferência cresce mas meios tradicionais descem

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55,5% dos portugueses afirma que entre os seus consumos mediáticos, os serviços de videoconferência foram os que registaram mais mudanças: 91% indica que utilizou mais estes serviços durante o confinamento do que antes. “Este aumento e utilização mais intensiva compreende-se pelo aumento do teletrabalho e também das aulas online, que acabaram por ser opção para universidades e escolas de todos os graus de ensino”, explica o OberCom e a Intercampus.

O aumento da utilização de serviços de videoconferência foi transversal a todas as gerações, com aumentos significativos a um nível geral: Geração Z registou um crescimento de 44,4%, a Geração X e os Millennials de 54,5% e os Boomers de 43%.

Em sentido inverso, a rádio e os jornais em papel foram particularmente afectados pelo novo coronavírus. O digital ganhou espaço e as alternativas online substituíram os meios mais tradicionais.




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