O email não morreu: três tendências para 2020

A morte muito anunciada do email parece teimar em não chegar. Embora a panóplia de ferramentas e canais de comunicação seja cada vez mais vasta, os negócios e marcas ainda podem encontrar benefícios na utilização do correio electrónico. Segundo o eMarketer, o email apresenta várias vantagens: é um meio próprio, é autorizado (os utilizadores têm de escolher receber e abrir a mensagem, o que mostra interesse) e é um canal tradicional que a maioria dos profissionais conhece bem.

Porém, é preciso acompanhar a evolução deste meio e do comportamento dos consumidores. Com isto em mente, o eMarketer aponta três tendências para o próximo ano. A primeira assenta em personalização, conceito que é transversal a toda a comunicação. Se é verdade que enviar emails personalizados com base nas preferências e histórico de cada consumidor é mais complexo, também é verdade que poderá resultar num aumento das vendas.

A segunda tendência está relacionada com a crescente exigência por parte dos reguladores. A privacidade e segurança dos dados dos internautas compõem uma das principais preocupações e documentos como o Regulamento Geral sobre a Protecção de Dados (RGPD), na Europa, vêm confirmar isso mesmo. Isto significa, por exemplo, que a tal personalização dos emails requer consentimento por parte dos utilizadores: devem ter conhecimento de que os seus dados serão utilizados para comunicar de forma adaptada.

A terceira tendência tem como base a frequência. Mais nem sempre é melhor, especialmente no que ao número de emails enviados diz respeito. Mais do que um email por dia para a mesma pessoa poderá afastar um potencial cliente, em vez de atrair.

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