Novos media: que desafios?

Debates & Fóruns
Marketeer
08/02/2011
18:06
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Novos media: que desafios?

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Na era dos quatro ecrãs, como está a mudar a produção e distribuição de conteúdos? E que implicações terão no modelo de negócio dos diferentes meios? Sobreviverão apenas os que fornecerem produtos relevantes e diferenciadores?A velocidade de produção (e facilidade de distribuição) de conteúdos, o surgimento de novos suportes e a fragmentação de audiências têm vindo a provocar alterações profundas no negócio editorial. Foi nesse contexto que a Marketeer decidiu convidar quatro responsáveis de empresas neste sector a uma visita aos bastidores da estação televisiva que este ano comemora o seu 10.º aniversário, e a fazer o ponto de situação deste ambiente mediático em mutação.

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André Freire de Andrade, CEO

da Carat, André Macedo, director da nova área de conteúdos económicos do Grupo Controlinveste, Erik Lassche, CEO da Grand Union (Grupo Fullsix), e João Dionísio, CEO do Grupo Strat, não faltaram ao encontro nos estúdios da SIC.

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Já na era dos quatro ecrãs – TV, computador, telemóvel e iPad… que desafios para a produção e distribuição de conteúdos?

André Macedo, director da nova área de conteúdos económicos do Grupo Controlinveste

 

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Todos os grupos têm enorme urgência em estar em todas as plataformas, nomeadamente o iPad. Não deixa de ser importante, mas a verdade é que, como aconteceu no início da internet em que os grupos editoriais saltaram para a web sem pensar bem no seu modelo de negócio, agora aquilo que se vê é que todos os grupos estão de novo a querer ser os primeiros a apresentar e estar na nova plataforma, o iPad, mas sem ter em conta que, para já, o mercado é muito reduzido.

Nesta altura, seria conveniente pensarem que, quando fazem uma oferta para o iPad, por exemplo, essa oferta tem que ser de valor e tem que ser possível, a partir dela, tirar dividendos. E o que acontece é que os grupos estão a cometer o mesmo erro: a saltar de novo sem ter produtos suficientemente maduros e com qualidade suficiente para que as pessoas estejam disponíveis para pagar. O “Guardian”, por exemplo, está em contravapor e decidiu mesmo adiar a sua entrada nestas plataformas para ser capaz, quando chegar, de atrair clientes…

PARA LER O ARTIGO NA ÍNTEGRA CONSULTAR EDIÇÃO IMPRESSA Nº175






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