E se a FaceApp tivesse uma utilidade social?

A Mansarda e a FCB Lisboa encontraram uma utilidade social para a FaceApp, aplicação móvel que tem dado que falar por permitir a qualquer pessoa ter uma ideia de como será dentro de algumas décadas. Tendo como mote a afirmação “Um dia todos vamos ficar assim”, a campanha desenvolvida visa chamar a atenção da sociedade civil para as dificuldades vividas na velhice, em particular no que concerne os artistas portugueses.

Recorde-se que a Mansarda foi criada em 2014 com o propósito de ajudar os profissionais que estiveram, ou estão, ligados ao mundo da arte durante parte significativa da sua vida e que, por qualquer razão, já não dispõem de condições para viver nas suas residências particulares. A Mansarda é uma casa que acolhe, em regime de co-habitação, diferentes gerações da cultura nacional.

Numa primeira fase, a campanha mostrava o resultado da aplicação do filtro nos próprios colaboradores da FCB Lisboa, incluindo do CEO e director Criativo Edson Athayde. Mais tarde, chegaram as transformações de alguns dos artistas que apoiam a Mansarda, nomeadamente António Zambujo e Tiago Bettencourt (na imagem), Patrícia Vasconcelos, Ana Bacalhau, Frankie Chavez e Tomás Alves.

«Tratava-se de uma oportunidade que não podíamos deixar passar. Desde o começo do ano que a FCB Lisboa apoia a Mansarda. Assim que percebemos a febre da FaceApp, criámos e aprovámos em questão de minutos a ideia. Marketing em tempo real é isto. Unir bons insights à agilidade na execução», sublinha Edson Athayde.

Patrícia Vasconcelos, uma das fundadoras da Mansarda, acrescenta que a ideia surgiu no timing certo e que a casa aderiu de imediato: «Pareceu-nos uma excelente oportunidade para utilizar esta aplicação com um bom propósito.»

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