11.ª Conferência Marketeer: «Temos de ser hi-tech e hi-touch»

Quando a Fidelidade escolheu o cão para sua mascote, estaria longe de imaginar que viria a adoptar também um cão robô. Sinal dos tempos e da vontade da seguradora em acompanhar a evolução do mercado.

Inicialmente, o cão foi seleccionado para o logótipo da empresa por simbolizar afectividade e por ser uma figura presente nas famílias portuguesas. Com as novas tecnologias, o cão da Fidelidade passou por um processo de modernização, mas manteve o seu posto enquanto vínculo emocional entre a seguradora e os seus clientes. Tudo para garantir que o carácter humano permanecia, apesar de as garras da tecnologia se fazerem mostrar cada vez mais.

Jorge Magalhães Correia, presidente do Conselho de Administração da Fidelidade, esteve na 11.ª Conferência Marketeer para dar a conhecer o caso da marca e o caminho que percorreu para não perder as características que a tornam humana. Além do equilíbrio entre tecnologia e emoção, o responsável aponta a dicotomia big data/small data.

Por um lado, é necessário que as empresas saibam usar o big data e os algoritmos inteligentes para melhorar os seus serviços. Por outro lado, é essencial que se foquem no small data, ou seja, que estejam atentas ao detalhe e que apostem no gesto amável: «Temos de ser high-tech e high-touch.»

Jorge Magalhães Correia apresenta, ainda, um conceito que criou para a Fidelidade e que acredita que poderá fazer cada vez mais sentido. Segundo o responsável, a seguradora é uma C2C, uma empresa que transformar cash flow em carinho.

Veja um excerto da apresentação:

Texto de Filipa Almeida

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