Portugueses estão 6 horas por dia online

A publicidade em televisão e em plataformas digitais continua a ser a maior fonte de descoberta de uma marca mas as recomendações via redes sociais também já começam a ganhar terreno. Segundo o novo estudo trimestral sobre o comportamento dos utilizadores de internet em Portugal, elaborado pela Hill+Knowlton Strategies em parceria com a GlobalWebIndex, um quarto dos portugueses afirma que as recomendações através do Facebook ou do Twitter, por exemplo, levam-nos a descobrir novos produtos.

O mesmo estudo conclui que os internautas portugueses passam, em média, 5,93 horas por dia online e que, deste tempo, 1,52 horas dizem respeito ao telemóvel. Mais: diariamente, os portugueses passam 1,9 horas nas redes sociais, sendo que o Facebook é claramente a mais popular, embora o YouTube tenha uma base de utilizadores mensais mais alargada.

Outras conclusões apontam para a utilização crescente do mobile. No entanto, se os smartphones e os tablets já estão perfeitamente difundidos, a tecnologia wearable pertence ainda a um nicho, uma vez que apenas 3% dos utilizadores tem um relógio inteligente e apenas 2% utiliza uma pulseira inteligente.

Tipicamente, os maiores utilizadores de internet móvel em Portugal têm entre 16 e 24 anos e, segundo o estudo da Hill+Knowlton Strategies em parceria com a GlobalWebIndex, esta geração mais jovem acede à internet através do telemóvel 4,5 vezes mais tempo do que o grupo de utilizadores entre os 55 e os 64 anos.

É curioso também verificar que o second-screening é cada vez mais uma realidade no País. Mais de três quartos dos utilizadores adultos afirmam utilizar outro dispositivo enquanto vêem televisão. Neste contexto, o mais provável, diz o estudo é que os utilizadores estejam a navegar nas redes sociais (41%) ou a falar com amigos (34%).

O estudo destaca ainda que mais de um milhão dos internautas portugueses colocam-se invisíveis através de Virtual Private Networks (VPNs). As motivações por detrás desta escolha incluem o desejo em se manterem anónimos e a vontade em aceder a sites sem restrições geográficas, por exemplo.

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