A Mediapost anunciou um novo serviço que passa pela aplicação de QR Codes em folhetos e impressos publicitários, que serão lidos sobre o papel utilizando smartphones, integrando deste modo o conteúdo físico com o digital. “A nova aplicação de QR Codes permite, de uma forma fácil e intuitiva, associar o produto promovido no folheto a um código QR”, explica a empresa em comunicado. Esta código, por sua vez dará acesso directo a diversas possibilidades de comunicação, pormenorizando por exemplo as características do produto, relacionando um produto com um filme ou apresentação, ou ainda permitindo a ligação à página de Internet do anunciante, proporcionando ao consumidor a possibilidade de adquirir automaticamente o produto visualizado, descreve a empresa. “Os consumidores mostram-se cada vez mais interessados em interagir com a publicidade com QR Codes, pois proporcionar-lhes benefícios adicionais na forma de ofertas, coupons, vídeos, sorteios, interação com as redes sociais”, garante Pedro Barroso, administrador da Mediapost em Portugal.
Escolha a Marketeer como fonte preferida no Google
Escolher ›
Notícias Relacionadas

O perigo do “Wi-Fi da Praia” e os riscos do trabalho híbrido durante as férias

A fadiga do storytelling: quando todas as marcas contam histórias iguais

Regresso às aulas: como preparar a carteira para uma das épocas mais caras do ano

Como os cigarros de chocolate desapareceram em Portugal

O McDonald’s que já foi bombardeado nove vezes e continua de portas abertas

Proibição de telemóveis nas escolas pode custar milhões às redes sociais

Esta campanha deixou “convocatórias” nos para-brisas para a revisão. E não era para os carros

O Mac tem fama de ser mais seguro do que o Windows. Os dados contam uma história diferente

O metaverso chegou ao Porto para dar a conhecer as lendas da Invicta. E os visitantes entram da história

Música onde menos se espera: Almada acolhe série de concertos pop-up

VASP ganha concurso para distribuir jornais em Portugal com proposta 78% abaixo do valor estimado

Sites das marcas representam apenas entre 1% e 2% das fontes citadas pela IA
Ver Mais