Um terço da vida dos portugueses é passada online

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02/11/2022
15:49
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Beatriz Caetano
02/11/2022
15:49
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Um novo estudo da NordVPN, fornecedora de serviços de rede privada virtual, revelou que os portugueses passam 30 anos, 3 meses e 14 dias das suas vidas online. Comparado com a esperança média de vida, que em Portugal é de 81 anos, é mais de um terço das suas vidas.

Durante uma semana típica, os cidadãos nacionais passam um pouco mais de 63 horas na internet, que é o equivalente a quase três dias. Dessas 63 horas semanais, mais de 23 horas são gastas a trabalhar, enquanto as restantes quase 40 horas são passadas em várias actividades online.

A maior parte do tempo semanal – 8 horas e 28 minutos – é gasta a navegar nas redes sociais como o Facebook, Instagram e TikTok. Apenas algumas horas a menos – 5 horas e 44 minutos – são gastas em streaming de programas de TV e filmes, em plataformas como a Netflix, HBO e Disney+.

Outras 5 horas e 33 minutos por semana são dedicadas a ver vídeos, por exemplo no YouTube, enquanto 4 horas e 51 minutos são gastas a ouvir música no Spotify, Apple Music, SoundCloud e outras plataformas semelhantes. Além disso, 3 horas e 30 minutos por semana são dedicadas a pesquisas; 2 horas e 49 minutos à gestão do dia-a-dia, como assuntos bancários online; enquanto as outras 2 horas e 20 minutos são gastas em videochamadas, por exemplo no Zoom.

«A maioria de nós procura facilitar e enriquecer o seu dia-a-dia com várias plataformas e serviços online. No entanto, quase ninguém pensa na sua segurança online e na privacidade dos dados fornecidos às apps e sites. Longas horas passadas na internet apenas alertam para o maior risco de sermos outra vítima de cibercriminosos. As actuais circunstâncias globais tornam os hackers ainda mais activos», comenta, em comunicado, Daniel Markuson, especialista em privacidade digital da NordVPN.

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De acordo com os dados, 72% dos portugueses depende da internet diariamente e 28% depende da internet para a maioria dos seus hobbies, sendo que tal dependência os força a partilhar muitas das suas informações privadas.

Entre os detalhes mais divulgados publicamente estão a data de nascimento (87%), nomes e apelidos (81%), morada completa (76%), estado civil (65%), profissão (62%), bem como os seus “gostos” e “não gostos” (37%) e tamanho da roupa (27%).

«Actualmente, a maioria das nossas vidas pode acontecer online, desde fazer pagamentos até usufruir de entretenimento com programas de televisão e jogos. E é por isso que devemos prestar uma atenção especial às ameaças cibernéticas online.»

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