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Produzindo um Mundo melhor

Revista
Marketeer
01/12/2019
11:47
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01/12/2019
11:47
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O Grupo Central de Cervejas acredita que pode fazer a diferença no mercado com uma abordagem ao longo de toda a cadeia de valor – “Da cevada até ao Bar”– assente numa série de compromissos de sustentabilidade. «O programa de sustentabilidade “Produzindo um Mundo Melhor”, alinhado com o Grupo HEINEKEN, une todas as empresas do grupo para que, juntas, consigam ser uma força sustentável de mudança para as pessoas e para o planeta», conta Nuno Pinto de Magalhães, director de Comunicação e Relações Institucionais da SCC.

O grupo procura melhorar o seu impacto ambiental e social através de uma série de medidas: reduzindo o consumo de água e energia, através da optimização dos processos de produção e da implementação de medidas de eficiência energética e de energias alternativas; melhorando as emissões de CO2 ao longo da cadeia de valor, quer na produção, quer na distribuição, quer na tipologia de equipamentos colocados no mercado; obtendo matérias-primas de fontes sustentáveis, privilegiando a aquisição de matérias-primas nacionais; promovendo o consumo responsável, estabelecendo parcerias credíveis e levando a sua mensagem directamente aos consumidores através das suas marcas; crescendo com as comunidades, participando activamente no desenvolvimento económico e social das comunidades onde está inserido; e garantindo a segurança, saúde e direitos humanos dos seus colaboradores. Através destas medidas acreditam estar a contribuir também para os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

«Queremos continuar a ter uma participação activa no desenvolvimento económico e social nas comunidades onde as nossas unidades estão inseridas, contribuindo para o desenvolvimento de projectos sociais e inovadores. Manter o foco na promoção de campanhas de um consumo moderado e responsável dedicando 10% de investimento em comunicação de marketing da marca Heineken®. Prosseguir com a redução da utilização de água no processo de produção, tendo já diminuído 20% desde 2008», salienta Nuno Pinto de Magalhães.

O mesmo responsável explica que, na distribuição, o foco é na redução das emissões de CO2. «Reduzir a nossa pegada de carbono é um dos pilares principais da nossa agenda de Desenvolvimento Sustentável, o que inclui a transição para processos de logística que reduzam os níveis de emissões de carbono. Temos vindo a desenvolver vários projectos, tanto na distribuição primária como na secundária», sublinha. No que diz respeito à frota de distribuição primária, para além da optimização de rotas e de cargas e a utilização de veículos mais eficientes, a SCC investiu em dois veículos movidos a Gás Natural e efectuou um teste piloto na empresa de distribuição Novadis com um veículo eléctrico para as entrega aos clientes.

Trabalhar em conjunto com os fornecedores de forma a garantir as melhores práticas ao longo da cadeia de valor, assegurando elevados padrões de conduta comercial e respeito pelos direitos humanos e pelo ambiente, é outro dos aspectos a assegurar a par da continuação do desenvolvimento de acções de conservação do ecossistema da Serra do Bussaco e do património hídrico e natural do Luso, onde nasce a Água de Luso. «Queremos acreditar que a sustentação do Programa Produzindo um Mundo Melhor, ao longo dos anos, tem permitido o conhecimento e a consciência por parte dos stakeholders do nosso trabalho e programas desenvolvidos no âmbito da sustentabilidade.»

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Emergência ambiental

Nuno Pinto de Magalhães acredita que, no mundo, já não existem dúvidas ou cepticismo quanto ao facto de vivermos numa situação declarada de emergência ambiental e que o tempo não está do nosso lado. «Os últimos relatórios sobre o atingimento das metas dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas dizem-nos que está ainda muito por fazer e que o caminho é longo, mas a mensagem tem que ser de resiliência e de união em prol do único planeta que temos para viver», alerta.

Mas a SCC não está a deixar o trabalho nas mãos de outros e está a tomar as rédeas do que pode fazer no seu negócio.

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Preocupado que está com a utilização de materiais que minimizem o impacto ambiental, o Grupo Central de Cervejas tem desenvolvido ajustamentos nas embalagens primárias e secundárias, como, por exemplo, na redução de PET, na aposta em maiores formatos ou na incorporação de materiais reciclados nas embalagens.

Também através da promoção do modelo “É para Repetir” (o copo é caucionado e o consumidor pode devolver no fi nal do seu consumo e reaver o valor da caução) tenta reduzir a utilização do copo descartável pela utilização de copos reutilizáveis, tanto no canal Horeca como em eventos geridos directamente pelas suas marcas. São exemplo disso o uso de copos reutilizáveis na última edição do NOS Alive, em que a devolução do copo estava associada a uma causa. Por cada copo reutilizável que foi devolvido, o seu valor reverteu para instituições com projectos socioculturais e ambientais.

Também a parceria entre a Cerveja Sagres e a EGEAC está alicerçada na sustentabilidade ambiental, concretizada na redução da poluição visual na cidade, no uso de materiais com menor impacto ambiental e na utilização de copos reutilizáveis em vários eventos da agenda desta entidade, que serão usados também na Festa de Final do Ano em Lisboa.

A acção de sensibilização ambiental “Lisboa Limpa é uma Festa!”, que decorreu durante as Festas dos Santos Populares, em Lisboa, no mês de Junho, visou a redução de resíduos na via pública nos bairros históricos de Lisboa, incentivando a população a adoptar comportamentos de reciclagem.

«Esta acção teve o envolvimento de voluntários de diversas associações locais a quem providenciámos mochilas para recolher os copos de plástico, tendo resultado na recolha de 1.6 Ton de copos enviados para reciclagem», exemplifi ca o mesmo responsável.

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Também a Água de Luso, desde que é patrocinadora e água ofi cial das provas do Maratona Clube de Portugal, promove, através da disponibilização de estruturas próprias, a recolha e reciclagem das garrafas ao longo dos circuitos das provas.

A verdade, sublinha Nuno Pinto de Magalhães, é que «as nossas embalagens são todas recicláveis e possuem, nos rótulos, a indicação do ecoponto correcto onde devem ser colocadas para uma recolha selectiva. Mas fomos mais longe e introduzimos na rotulagem a mensagem – Recicla -, que apela para a importância da separação das embalagens e pretende ser mais um contributo para promover comportamentos responsáveis no que toca ao ambiente».

Para além das iniciativas já referidas, o grupo tem vindo a investir em energias renováveis como fontes alternativas nas unidades de produção e de enchimento. Recentemente instalou um total de 6300 painéis fotovoltaicos, 3150 painéis na Cervejeira de Vialonga e 3150 na unidade de enchimento da Água de Luso, na Mealhada, com uma potência instalada de 1 MWp em cada unidade, o que representou um investimento global de 1,4 milhões de euros. Esta instalação permitirá no total uma produção de energia solar de 2845 MWh/ /ano e a redução de cerca de 1200 toneladas/ /ano em emissões CO2, o equivalente à captação anual de CO2 por 53 mil árvores.

É mais um exemplo dos investimentos que o Grupo Central de Cervejas tem vindo a efectuar nos últimos cinco anos, traduzindo-se em mais de 140 milhões de euros, em projectos de modernização e crescimento, que abarcam expansão, inovação, sustentabilidade e energias alternativas. Um trabalho desenvolvido não só na Cervejeira de Vialonga, mas também na Sociedade da Água de Luso e na Novadis Distribuição.




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