Vodafone já escolheu as 20 canções inéditas que vai apoiar

Depois de avaliar perto de 400 candidaturas, a Vodadone seleccionou as 20 canções que irá apoiar com um total de 100 mil euros. A operadora anunciou no início de Maio que era esta a verba disponível para distribuir pelos autores de temas originais, numa acção de apoio à cultura portuguesa que surge no âmbito do projecto “Portugal Entra em Cena”.

Segundo a Vodafone, as canções seleccionadas reflectem a diversidade e a riqueza da música produzida em solo nacional. Os temas serão, agora, integrados na colectânea “Inéditos Vodafone” e tocadas pela primeira vez na Vodafone FM. Está prevista também uma actuação ao vivo, assim que as circunstâncias o permitirem.

Os inéditos escolhidos são: ‘Hazy’ (Hause Plants), ‘Sabes que não’ (D’Alva), ‘Lagos’ (Orfélia), ‘Primeira Classe’ (Atalaia Airlines), ‘Bring it up’ (MEERA), ‘Heat’ (Vaarwell), ‘Ao pé de mim’ (Rita Onofre), ‘Ishigaki’ (Malibu Gas Station), ‘Ponto de fuga’ (Iguana Garcia), ‘Aqui não falta nada’ (Jasmim), ‘Best behaviour’ (Time for T), ‘Abaladiça’ (Rogério Charraz), ‘Lisboémia’ (Conjunto de guitarras da Madragoa c/ Sofia Ramos), ‘Koh Pha Ngan (MOMO), ‘Celebrar’ (Zé Simples), ‘Mamãe’ (Diron Animal), ‘In your mind’ (Holy Nothing & Rompante), ‘Bathtub stories’ (Ray), ‘Jardim da luz’ (Boémia) e ‘Sympathize’ (Left).

«Quando fomos abordados para integrar o movimento Portugal #EntraEmCena, o objectivo da Vodafone foi só um: ajudar uma classe brutalmente afectada por esta pandemia, uma vez que a cultura foi a primeira área da sociedade a ser obrigada a parar e, como já se comprovou, vai ser a última a regressar», explica Leonor Dias, directora de Marca da Vodafone.

Estando a operadora presente no território da música há já 20 anos, era natural que o foco fosse para este sector. A Vodafone pensou, então, de que forma poderia aproveitar activos como a Vodafone FM, resultando nesta iniciativa.

«Estamos muito contentes com o resultado final, uma vez que as 20 canções são um bom retrato do que se faz actualmente na música nacional, com artistas de variadíssimas áreas musicais», acrescenta ainda Leonor Dias.

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