Violência no namoro? #NamorarNãoÉSerDoN@

Fazer conchinha, andar de mão dada ou escrever cartas de amor são alguns dos pontos positivos do namoro. Mas nem sempre tudo é tão positivo como deveria, tal como lembram Diogo Faro e Rita Camarneiro na campanha que protagonizam a propósito do Dia dos Namorados. Fruto de uma parceria entre o movimento #NãoÉNormal e o Governo, o vídeo apela ao fim da violência no namoro.

O objectivo é educar e capacitar jovens de modo a que consigam identificar e rejeitar comportamentos de violência em relações, incluindo violência física, sexual, psicológica e através das redes sociais.

“#NamorarNãoÉSerDoN@” é o mote da campanha, que sublinha ainda como namorar não é controlar, humilhar, chantagear ou agredir. No vídeo partilhado no YouTube, Diogo Faro e Rita Camarneiro apelam a que quem se revê num destes comportamento peça ajuda, fale com os amigos ou contacte as autoridades: 800 202 148 é o número para o qual podem ligar, é gratuito e funciona 24 horas por dia. Recorde-se também que a violência é crime público.

Segundo adianta o Gabinete da ministra de Estado e da Presidência, em comunicado, o vídeo será usado como ferramenta de trabalho em sessões de sensibilização em escolas do ensino básico e secundário.

A campanha surge acompanhada pela revelação dos dados do Estudo Nacional sobre a Violência no Namoro 2020, realizado pela UMAR com o apoio da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade. O relatório indica que 58% de jovens que namoram ou já namoraram reporta já ter sofrido pelo menos uma forma de violência por parte de actual ou ex-companheiro/a.

Além disso, 67% dos jovens considera natural algum dos comportamentos de violência, sendo que a violência psicológica parece ser a que mais prevalece. Nesta categoria estão incluídas atitudes de controlo como ordens sobre vestuário ou hábitos de convívio.

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