Para a Panidor, o ultracongelado é o novo fresco

Depois de anos no mercado B2B, a Panidor está a trabalhar em novos produtos e nova marca para encher directamente o estômago do consumidor. Porque quer continuar a crescer e ser referência cá e lá fora

M.ª João Vieira Pinto
Paulo Alexandrino

2.3 milhões de pães ou 700 mil unidades de pastéis de nata por dia, numa facturação que em 2020 chegou aos 35 milhões de euros mas que este ano deverá ultrapassar os 55 milhões. Seja bem-vindo ao universo Panidor, a maior produtora portuguesa de pão com quatro fábricas no nosso País mais uma no Brasil e exportadora junto de 26 mercados, num total de 3680 clientes.

A marca, em si, até pode (ainda) não lhe dizer muito, já que até agora se tem posicionado no B2B (Business2Business). Mas não tenha grandes dúvidas de que já terá comido um pastel de nata ou bola de berlim, um pão com chouriço ou uma bolinha de água amassada nas suas instalações. Porque não trabalhasse a Panidor – para além de clientes finais, como cafés, pastelarias e restaurantes – com algumas das principais cadeias de distribuição, no mercado português e lá fora.

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Julho de 2021 da revista Marketeer.

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