«O português não está habituado a contactar operadores turísticos para agendar férias no próprio país»

O Turismo não só é um dos sectores mais afectados pela pandemia do novo coronavírus, como também mostra ser um dos sectores com a recuperação mais lenta. Isso mesmo é apontado por Catherine Freitas, CEO da Upstream Portugal, na mais recente edição das entrevistas sob o mote “Marcas em Tempo de COVID-19”.

Em conversa com Maria João Vieira Pinto, directora de Redacção da Marketeer, a responsável pela consultora dedicada ao Turismo explica que são vários os obstáculos mas que, ainda assim, «a vontade de viajar, a vontade de sair de casa, manteve-se», tanto por parte dos portugueses como por parte dos turistas estrangeiros. Não foi, contudo, suficiente para compensar as restrições e regras impostas pelos governos.

Da experiência que a Upstream foi somando ao longo destes 10 meses de crise sanitária, uma das principais conclusões é de que «o português não está muito habituado a contactar operadores turísticos para agendar férias dentro do seu próprio país». Segundo Catherine Freitas, isso «implica um certo grau de criatividade».

No caso da consultora, o trabalho passou, entre outros, por colocar o foco nos «cantos e recantos do interior», nomeadamente nas regiões do Alentejo e das Beiras.

Acompanhe a conversa na íntegra no vídeo em baixo e descubra também a visão de Catherine Freitas relativamente às melhores estratégias de comunicação para esta fase:

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