Metade dos portugueses não celebrou o aniversário. Covid-19 empurra festas para casa

Um estudo realizado pela Fixando junto de cerca de 6 mil utilizadores da sua plataforma online mostra que, desde o início da pandemia, 47% dos portugueses optou por não celebrar o aniversário com uma festa. Os festejos em espaços fechados são os que provocam maior preocupação, levando a que o lar pareça ser a solução menos arriscada.

Dos inquiridos que participaram em festas de aniversário, 88% fê-lo em casa e 9% num parque/jardim público. Somente 3% escolheu um restaurante para celebrar mais uma volta em torno do sol.

Estes números estão em linha com o receio demonstrado em relação a espaços fechados, com 54% dos inquiridos a afirmar que festas de aniversário neste tipo de ambientes não são seguras. No exterior, apenas 21% diz o mesmo.

O mesmo estudo revela que 18% celebrou o seu aniversário só com o agregado familiar e que 16% reduziu significativamente o número de convidados em relação aos anos anteriores (pré-pandemia). Além disso, 39% considera que usar máscara é uma medida de protecção adequada e 30% concorda que todos os convidados sejam testados.

No sentido inverso, 30% dos inquiridos neste estudo acredita que não é necessária qualquer medida de protecção em festas de aniversário.

Orçamento recua

De acordo com a Fixando, os hábitos e comportamentos estão a mudar também em termos de consumo. Se, antes da pandemia, os inquiridos gastavam, em média, 152 euros numa festa de aniversário, agora esse valor desce para 96 euros.

Fabrico de bolos de aniversário (38%) é o serviço mais contratado para este tipo de eventos, logo seguido pelo aluguer de insufláveis (15%) – que registou uma quebra na ordem dos 74% face a 2019. Também a procura de locais para eventos caiu 66% na plataforma Fixando.

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