As marcas multinacionais planeiam aumentar os gastos em marketing de influência, ao longo dos próximos 12 meses. De acordo com dados da World Federation of Advertisers (WFA), 65% prevê gastar mais em conteúdos e parcerias com influenciadores digitais, tendo em vista o fortalecimento da notoriedade da insígnia (86%).
Algumas marcas também recorrem este tipo de estratégia para impactar novas audiências (74%) e melhorar os níveis de apoio do público (69%).
Os mesmos dados apontam, porém, para um maior rigor na escolha dos influenciadores. Apesar de estarem dispostas a investir mais, as marcas apenas considerarão pessoas/páginas que cumpram alguns critérios, nomeadamente no que respeita a transparência. Credibilidade, reputação e qualidade dos seguidores são alguns dos aspectos avaliados pelas marcas.
Quanto às contrapartidas, os dois modelos de pagamentos mais utilizados são valor fixo por cada publicação/vídeo e oferta de produtos e serviços. Há também quem opte por pagar de acordo com o desempenho (não vai além dos 12%).
A WFA indica também que o Instagram é a plataforma mais popular para este tipo de colaboração, logo seguido pelo Facebook, YouTube, Snapchat e Twitter.












