Inspirada pela pandemia, Remote Creators chega ao mercado

Chama-se Remote Creators e é o nome da mais recente aceleradora criativa em Portugal, que chegará ao mercado na próxima semana, inspirada pela pandemia de Covid-19.

A startup, criada por Henrique Neves e Filipe Moreira, dedicar-se-á a projectos ligados à cultura organizacional, branding, comunicação e produtos digitais. E apresenta-se com uma promessa: comprimir meses de trabalho em apenas três semanas, um processo que apelida de “creative hacking”.

«Somos fruto do caos. Neste momento de incertezas, nascemos para ajudar organizações a ‘hackearem’ os seus desempenhos e a manterem-se competitivas a longo prazo. Por isso, criámos um processo que optimiza prazos e custos, sem abrir mão da excelência criativa», afirma Henrique Neves.

A fórmula, explicam, resulta da experiência acumulada dos fundadores, de mais de 25 anos em agências, estúdios, consultoras e startups dentro e fora de Portugal, somada à adopção e adaptação de outros processos já reconhecidos, como o Design Sprint (Google Ventures).

«Fomos o nosso primeiro cliente. Do insight ao lançamento, criámos a Remote Creators em apenas três semanas, no meio de uma pandemia e de maneira 100% remota. Para reforçar o nosso compromisso com o modelo, nada mais apropriado do que lançarmos agora, no momento em que o teletrabalho deixa de ser obrigatório em Portugal», sublinha Filipe Moreira.

Para além dos fundadores, Henrique Neves e Filipe Moreira afirma que a aceleradora conta uma network internacional de especialistas que vão de artistas a neurocientistas, que podem ser accionados consoante a tipificação e necessidade de cada projecto.

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