Há um infiltrado no Fortnite. Cruz Vermelha também quer jogar

Incentivar os jogadores de Fortnite a salvar vidas é o objectivo da Cruz Vermelha Internacional ao juntar-se àquele que se transformou num dos maiores fenómenos do mundo online. No fundo, o que a organização humanitária propõe é que os jogadores façam o contrário daquilo a que estão habituados: em vez de tirarem vidas, que tal salvá-las?

A sugestão é feita num modo de jogo especial, desenvolvido pela agência Wunderman Thompson Seattle em parceria com a Team Evolve. “Liferun” permite vestir a pele de um colaborador da organização e participar num total de quatro missões. Ser um herói deverá ser a ambição de todos os que dedicarem o seu tempo a este jogo.

Os cenários criados pretendem retratar o trabalho levado a cabo pela Cruz Vermelha Internacional em mais de 80 países, incluindo o apoio a pessoas feridas e a reconstrução de casas e outras infra-estruturas essenciais. O modo de jogo “Liferun” está disponível gratuitamente.

«Existe todo um outro tipo de herói de guerra que não temos visto, tendo crescido influenciados pelos media, filmes e programas de televisão», aforma Danielle Trivisonno-Hawley, directora criativa executiva e vice-presidente executiva da agência responsável pelo projecto. Citada pela AdAge, conta que as crianças crescem a olhar para os soldados como heróis, ficando de fora os membros de organizações como a Cruz Vermelha.

A responsável adianta ainda que esta é apenas a primeira plataforma utilizada para mudar o foco da conversa quando se fala em heróis de guerra.

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