Francisco Carvalho: desde novo a empreender

francisco_carvalho_Ainda não tinha atingido a maioridade e já a veia de empreendedor se manifestava em Francisco Carvalho. Hoje, é na Prosegur que põe o marketing em prática, sem nunca deixar de lado a vertente académica, seja como docente ou estudante.

Tinha 17 anos quando teve a primeira manifestação do seu espírito empreendedor. Mas, como era menor, teve de ser o pai a assinar o pacto social do videoclube que abriu com mais duas pessoas. «Antes já tinha trabalhado num videoclube, que na altura era um negócio fl orescente», diz Francisco Carvalho, recordando que foi necessário traçar a estratégia de fi nanciamento, apresentar o projecto ao banco, procurar um espaço, gerir bases de dados e fazer CRM.

Hoje, casado e com dois fi lhos, está nos comandos do marketing da Prosegur, mas no seu percurso profi ssional de 20 anos conta já com a passagem por empresas nacionais, internacionais, pequenas, grandes, com foco no produto ou no serviço… Francisco Carvalho acredita que o acumular de experiências em diferentes realidades empresariais «tem sido benéfi co para enfrentar os novos desafi os, quer no departamento de marketing, quer na relação do marketing com o resto da empresa». O director de marketing da Prosegur acredita que a multiplicidade de experiências o ajuda a enfrentar os desafi os com soluções que vai buscar a outros sectores ou empresas e que, devidamente alinhadas e formatadas, ajudam a resolver problemas mais rapidamente.

A gestão de produto para a área de electrónica de consumo da Sanyo foi a primeira experiência no mundo empresarial por “conta de outrem”. Foi aí que teve o primeiro contacto na área de marketing com conceitos como segmentação da concorrência, interface com agências de meios, de comunicação e de publicidade. Entre o primeiro emprego e uma passagem pela Singer, acabaria por somar seis anos na área de electrónica de consumo, onde acumulou experiências de gestão de produto na óptica da estratégia mas também na da distribuição, focada na compra e negociação. «Em seis anos consegui ter a visão dos dois lados da barreira», diz.

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