Num mercado saturado de mensagens, posts e vídeos, simplesmente “criar conteúdo” já não é suficiente para se conectar com o público ou para uma marca se destacar. Hoje, o que realmente vende é emoção.
As marcas que compreendem como gerar histórias que conectam, inspiram e entusiasmam são aquelas que conseguem construir relações reais e duradouras com os seus consumidores.
O problema é que muitas empresas continuam a depender de conteúdos frios e sem alma que se perdem no mar digital. Publicam apenas pelo sucesso, mas não geram engagement, recall ou mesmo vendas. A solução? Dominar o storytelling.
A pensar nisso mesmo, a Escuela de Mercadotecnia (EDEM), no México, uma instituição especializada em formação executiva nas áreas de marketing, comunicação e branding. acaba de criar uma Programa de Gestão de Storytelling.
O storytelling é muito mais do que contar uma história. É a capacidade de transmitir uma mensagem de forma emocional, relevante e memorável. Através de narrativas bem construídas, as marcas podem gerar empatia, confiança e desejo de pertença. E isso traduz-se diretamente em fidelização e vendas.
O problema é que, apesar de muitas pessoas falarem sobre storytelling, poucas sabem como aplicá-lo de forma estratégica e profissional. Por isso, cada vez mais empresas estão a formar as suas equipas nesta competência essencial.
As pessoas estão saturadas de informação. Mas o que recordam, partilham e comentam são as histórias que as fazem sentir algo. Um bom storytelling pode transformar uma marca irrelevante em significativa. Além disso, o storytelling é aplicável a qualquer setor: consumo, tecnologia, serviços, entretenimento e muito mais.
Num contexto em que a atenção é o recurso mais valioso, contar histórias é a melhor forma de a conquistar.













