Campanhas de phishing aumentam 30% com iscos como OMS e ONU

Desde o início do mês, verificaram-se 192 mil ciberataques semanais relacionados com a Covid-19, um aumento de 30% face às semanais anteriores.

Os números são da Check Point e referem que os cibercriminosos continuam a apostar no phishing como principal vector de ciberameaça. Assumem a identidade da Organização Mundial de Saúde ou a Organização das Nações Unidas (partir do domínio “who.int”), bem como empresas e aplicações, nomeadamente o Zoom, Microsoft Teams ou Google Meet.

Estas comunicações continham um ficheiro chamado “xerox_scan_covid-19_carta de informação urgente.xlxs.exe”, que estava infectado com o malware Agent Tesla, que permite roubar passwords do dispositivo da vítima.

A Check Point refere que, desde o começo na pandemia, registaram-se mais de 90 mil novos domínios em todo o mundo relacionados com o vírus. Nas últimas três semanas, o número de registos ascende a 19 749, dos quais 2% são maliciosos (354) e outros 15% são considerados suspeitos (2 961).

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