Fidelidade: Uma questão de segurança com quatro patas

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A Fidelidade foi pioneira nos seguros para animais de companhia em Portugal, uma oferta que juntou ao portefólio de produtos que cobriam a responsabilidade civil por danos provocados por animais e as suas despesas de saúde.

Em Outubro de 2018 marcava-se um ponto de viragem na vida dos animais de companhia e dos seus tutores. Era lançado o Fidelidade Pets, uma solução integrada de seguros e serviços para animais de companhia, que disponibiliza coberturas de responsabilidade civil (para danos materiais ou corporais que o animal possa causar a terceiros), coberturas de saúde (por exemplo, consultas, exames, tratamentos, cirurgias…), assim como coberturas de assistência (por exemplo, envio de veterinário e medicamentos ao domicílio, transporte de urgência…) e protecção jurídica.

A Fidelidade mostrava, uma vez mais, pioneirismo, desta feita com seguros para animais de companhia em Portugal, juntando esta oferta ao seu portefólio de produtos planos que, em separado, cobriam a responsabilidade civil por danos provocados por animais e as suas despesas de saúde. «Enquanto líder de mercado, a Fidelidade está focada no que é mais importante para a vida das pessoas e das suas famílias, pelo que procura garantir a protecção da sua saúde, da sua casa, do seu carro, das suas finanças e agora também dos seus animais de companhia», salienta Teresa Martinho, responsável pelo Gabinete de Oferta Pet. De acordo com os estudos de mercado que serviram de fundamento ao Fidelidade Pets e que a Fidelidade continua a acompanhar, «os animais de companhia em Portugal têm vindo a ser gradualmente valorizados como membros das famílias, pelo que a preocupação com a sua saúde e bem-estar, assim como a disponibilidade financeira dos donos para o efeito, são cada vez mais efectivas».

Por serem os animais de companhia mais comuns nos lares portugueses e por não existirem dados técnicos suficientes sobre outro tipo de animais, a Fidelidade focou-se em cães e gatos no lançamento do produto. Anda preocupado? O Fidelidade Pets apresenta quatro planos desenhados para satisfazerem diferentes níveis de preocupação dos donos com os seus animais, assim como diversos graus de disponibilidade financeira para o efeito. O Pet 1 destina-se a quem tem uma exclusiva preocupação com os danos corporais ou materiais que o animal possa causar a terceiros; o Pet 2 permite estender essa preocupação às despesas de saúde de rotina do animal; o Pet 3 eleva a protecção a níveis de cobertura e capital que podem cobrir situações imprevistas de acidentes ou doenças graves.

O Pet Vital é o plano mais completo, pelo que disponibiliza toda a protecção, assim como todos os cuidados de saúde e bem- -estar que o Fidelidade Pets pode garantir aos animais de companhia. Teresa Martinho salienta que a Medicina Preventiva, como melhor forma de prevenir e salvaguardar problemas graves de saúde do animal, revela-se cada vez mais determinante na escolha de um seguro. Razão pela qual o Fidelidade Pets inclui a oferta de um check-up, para além das coberturas de vacinas e esterilização. «No entanto, em função do nível de preocupação que cada dono tem com o seu animal, elege determinadas coberturas ou vantagens como determinantes na sua escolha, pelo que o Fidelidade Pets procura satisfazer em cada um dos seus planos segmentos distintos de clientes.» Rafeiro ou de raça?

«Todo o conhecimento reunido no processo de criação do Fidelidade Pets, incluindo dados científicos – que foram validados por um especialista médico-veterinário em função da nossa realidade -, permitiu à Fidelidade a criação de uma tarifa inédita no mercado português que cruza diversos factores, incluindo os elementos específicos ligados à espécie, raça, género e idade do animal, entre outros que também são relevantes para o cálculo do preço», assegura. No que à cobertura de responsabilidade civil diz respeito, a tarifa aplicável a um animal de companhia, que pertença a uma das sete raças consideradas potencialmente perigosas pela legislação nacional, é agravada em relação a um animal de companhia comum, ou seja, que não pertença a esse universo.

Relativamente aos animais sem raça definida, vulgarmente denominados rafeiros, conta a mesma responsável, não há qualquer tipo de agravamento tarifário, «até porque os dados disponíveis indicam que este tipo de animais, habitualmente, não regista níveis de sinistralidade superiores aos dos animais de raça». A carteira do Fidelidade Pets é maioritariamente constituída por cães, com especial incidência nos animais sem raça definida e também em raças como Labrador Retriever, Golden Retriever e Yorkshire Terrier. Quanto aos gatos seguros, estes são essencialmente os de Pêlo Curto Europeu, mais comuns em Portugal, assim como o Persa. «Cada espécie/raça tem as suas particularidades que, com a experiência adquirida pela gestão da carteira, queremos conhecer e potenciar ao nível dos cuidados de saúde e bem-estar », conta a responsável pelo Gabinete de Oferta Pet da Fidelidade. Crescem os animais segurados O lançamento desta oferta pela Fidelidade parece ser uma aposta certeira tendo em conta a evolução das vendas do Fidelidade Pets.

«Estamos a caminho dos 30 mil contratos novos, com uma tendência cada vez mais consistente para a escolha de planos com coberturas de saúde», revela Teresa Martinho. Em Março de 2020, no início do confinamento resultante da pandemia, registou-se algum decréscimo por um curto espaço de tempo, após o qual foi recuperado o ritmo de vendas, que se mantém estável numa média de 1000 contratos mensais. O universo de clientes Fidelidade Pets integra não só um segmento de adultos que prefere um acompanhamento mais personalizado e até presencial da rede comercial – «razão pela qual o canal mediação é o mais representativo nas vendas» -, como também um segmento jovem que privilegia o digital e faz deste canal o que maior crescimento registou em 2020.

Teresa Martinho salienta que, em termos de relação com o animal, estes segmentos representam maioritariamente clientes que assumem a responsabilidade pela sua saúde e bem-estar, quer tenham uma forte ligação a uma espécie ou raça, ou sejam apaixonados por animais sem raça definida. E tendo em atenção que cerca de 30% dos clientes Fidelidade Pets subscreveram pela primeira vez um produto da Fidelidade e que uma percentagem idêntica representa os clientes com menos de 34 anos, «concluímos que o Fidelidade Pets tem aberto a porta da Fidelidade a novos clientes e clientes cada vez mais novos, contribuindo para um objectivo estratégico que é o rejuvenescimento da carteira», comenta. Ainda assim, pelos estudos que a Fidelidade tem vindo a acompanhar, a percentagem de portugueses sensibilizada para a necessidade de contratar um seguro para o seu animal de companhia ainda é reduzida, em comparação, por exemplo, com os países nórdicos, ou com o Reino Unido. Mas está em crescendo.

Teresa Martinho comenta que «a falta de percepção em relação à importância do seguro, tanto ao nível das responsabilidades como dos encargos médico-veterinários, assim como o desconhecimento sobre as soluções mais inovadoras no mercado», são provavelmente as razões que justificam ainda não haver um maior interesse. Segundo esta responsável, Portugal tem um potencial de mercado enorme em seguros para animais de companhia, pelo que o Fidelidade Pets tem qualidade e margem para crescer, por forma a atingir os objectivos do seu ambicioso plano de negócio. Com base na experiência de gestão adquirida e sempre atenta à evolução do mercado dos animais de companhia, «para além de coberturas e serviços que tem vindo a desenvolver para lançar numa próxima renovação dos planos, a Fidelidade aposta na internacionalização do Pets, ajustada às realidades e necessidades locais, em parceria com seguradores de outras geografias onde o grupo marca presença e pretende ser diferenciador e competitivo», revela.

Jovens estão mais seguros Quase metade das apólices segura animais com idade inferior a três anos. Algo «naturalmente benéfico para a longevidade da carteira, mas, acima de tudo, permite aos animais usufruírem do seguro na sua plenitude ao longo da vida», comenta a responsável da Fidelidade. A subscrição do Pet 1 pode ser feita para animais com qualquer idade. No entanto, no Pet 2, Pet 3 e Pet Vital, a subscrição só pode ser feita até ao dia em que o animal completa 8 anos. «Num seguro como o Fidelidade Pets, sem idade limite de permanência, a idade como condicionante de entrada e factor de tarifação justifica-se pela variação das despesas médico-veterinárias ao longo do ciclo de vida dos animais», explica a responsável pelo Gabinete de Oferta Pet da Fidelidade.

E acrescenta que estas são, tendencialmente, mais elevadas no início e no final. Pela mesma razão, nos planos Pet 2, Pet 3 e Pet Vital, o check-up oferecido pela Fidelidade, que até aos oito anos acontece de dois em dois anos, passa a ser anual a partir desta idade, precisamente para reforçar a prevenção relativamente a potenciais problemas de saúde que possam surgir. No âmbito do Fidelidade Pets, têm vindo a ser desenvolvidas as Redes de Medicina Veterinária e de Parcerias. A Rede de Medicina Veterinária reúne centros de atendimento médico-veterinários, referenciados e reconhecidos pelos clientes, onde deve ser realizado o check-up de saúde do animal e onde o cliente pode ainda beneficiar de preços vantajosos em outros actos médicos. «Quanto à Rede de Parcerias, faz todo o sentido em complemento dos cuidados de saúde disponibilizados pelo Fidelidade Pets, tendo em atenção que os donos valorizam preços vantajosos no acesso a alimentação, alojamento, banhos, tosquias, centros de treino e outros serviços para o bem-estar do seu animal », justifica a mesma profissional.

Desde o período de pré-lançamento, em que a Fidelidade fez questão de partilhar esta nova geração de planos com a Ordem dos Médicos Veterinários, «o Fidelidade Pets tem registado níveis elevados de aceitação e satisfação que, também nos seguros para animais de companhia, colocam a Fidelidade no caminho da liderança», congratula-se a responsável. Para além dos clientes, a Fidelidade procura também reunir e envolver os profissionais que exercem funções nos Centros de Atendimento Médico-Veterinário da Rede Pets, «plenamente convicta de que a qualidade dos seus serviços é a melhor garantia de assistência aos animais seguros, potenciando a oportunidade de desenvolvimento de parcerias de confiança a longo prazo».

Aposta no futuro Mesmo não afectando o ritmo de vendas, a pandemia no ano 2020 alterou a intenção e a vontade de implementar uma comunicação mais intensiva e abrangente do Fidelidade Pets. Numa primeira fase esta tem incidido essencialmente nos meios digitais. Também a participação em feiras e eventos de dimensão nacional e local, que em 2019 foi significativa e «com resultados muito animadores », sofreu com os efeitos pandémicos durante o ano 2020. Para 2021, numa perspectiva de retoma, que vai depender da evolução positiva da pandemia, a Fidelidade pretende retomar as referidas iniciativas. Mas aconteça o que acontecer vai continuar a chegar aos clientes pelos vários canais de distribuição, com o objectivo de acelerar o ritmo de vendas, garantindo a qualidade de serviço.

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