Quatro anos depois de estabelecer operações na China, a Google está a ponderar uma retirada do mercado, depois do ataque de “hackers” a contas de utilizadores de Gmail que são defensores dos direitos humanos. Nesta sequência, a Google poderá vir a discutircom o governo chinês, nas próximas semanas, a possibilidade de operar o motor de busca sem filtros. As restrições à navegação na internet e resultados das pesquisas que tinham sido impostas pelas autoridades chinesas foram inicialmente aceites pela Google dada a dimensão deste mercado – mais de 350 milhões de utilizadores de internet e mais de mil milhões de dólares de receitas anuais provenientes de motores de busca -, mas estão agora a ser reequacionadas à luz dos novos acontecimentos, que poderão mesmo levar ao encerramento dos escritórios e do Google.cn.
Notícias Relacionadas

Hailey Bieber e a Gap ressuscitam os jeans dos anos 90 e já são a tendência mais desejada do momento

5 estratégias para promover uma dinâmica familiar mais saudável durante o verão

Vinho, música e chefs ao vivo: o evento do verão que promete esgotar e conquistar todos os sentidos

Óculos que ajudam a ouvir: solução invisível chega a Portugal com a Nuance Audio

Ikea transforma uma das táticas mais curiosas do futebol em descontos para sofás

Cinema grátis ao ar livre está de volta e há pipocas para todos neste verão

Precisa de ir às compras este fim-de-semana? Há um novo supermercado em Lisboa com preços a dar que falar

IA da Google acusada de “risco inaceitável” para crianças: respostas chocam especialistas

Valentino traz feira de verão sensorial a Lisboa e há gelados inspirados em perfumes

Sporting transforma 120 anos de vida em gelado: há um novo sabor verde e branco a conquistar o verão (e tem o selo da Santini)

De folhas de oliveira de Trás-os-Montes se faz a Lusipure

Diga adeus ao “fora do escritório” aborrecido: IA cria postais de férias personalizados em segundos
Ver Mais