O lançamento de GTA 6, previsto para 2026, já está a agitar o mercado gamer, criando um ambiente propício para marcas que desejam conectar-se com uma audiência multigeracional e altamente envolvida. Segundo o estudo “GTA VI: Hype, consumo e cultura gamer”, realizado pela Go Gamers e divulgado pela Forbes Brasil, a expectativa em torno do novo título da franquia está a influenciar decisões concretas de compra, a gerar conversas espontâneas e a abrir portas para ações de marketing e branding.
De acordo com a pesquisa, 25,3% dos entrevistados já trocaram de consola tendo o lançamento do jogo em vista, enquanto 20,6% montaram ou adquiriram um novo PC para tirar o máximo proveito do título. Além disso, 24,2% pretendem adquirir o jogo logo no lançamento, mesmo com especulações de que o preço poderá situar-se entre os 500 e 600 reais.
Com 16 títulos lançados desde 1997, a série Grand Theft Auto ocupa um lugar especial na memória afetiva dos jogadores brasileiros, sendo GTA: San Andreas o preferido, com 48,9% das preferências, seguido de GTA V (20,4%) e o clássico GTA I (18,6%). Este apego a títulos anteriores cria um património simbólico que atravessa gerações e fortalece o impacto cultural da franquia.
O público interessado em GTA 6 é diverso e multiplataforma, abrangendo principalmente a geração Millennial (30-44 anos) e a Geração Z (15-29 anos). A média de idade dos homens fãs ronda os 38 anos, enquanto a das mulheres é de 34,5 anos, evidenciando a crescente participação feminina no universo dos jogos. Entre as plataformas preferidas para consumo de conteúdos relacionados com o jogo destacam-se o YouTube, TikTok e Instagram, com formatos que incluem análises de trailers, notícias sobre o lançamento e teorias sobre o novo mapa e personagens.
Para as marcas, a pesquisa indica que 55,4% dos inquiridos consideram que existe espaço para o seu envolvimento nas campanhas associadas ao lançamento de GTA 6, desde que a comunicação seja coerente com o universo do jogo. A disposição em pagar um preço elevado pelo jogo é encarada como um verdadeiro “custo de pertença”, que reforça o desejo de integrar uma experiência coletiva.













