Adidas vs Nike: Como as duas gigantes do desporto estão a apostar no Mundial de 2026 e os riscos que enfrentam

Notícias
Marketeer
08/01/2026
17:20
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08/01/2026
17:20
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O Mundial de Futebol de 2026, a realizar-se nos EUA, México e Canadá, promete ser um evento marcante, mas os patrocinadores também enfrentam riscos significativos devido ao clima político e à gestão controversa da FIFA. As marcas têm de avaliar cuidadosamente a sua estratégia.

Adidas: patrocinador oficial
A Adidas será um patrocinador de Nível Um, associando-se diretamente à FIFA e ao torneio. Esta parceria garante grande visibilidade, mas também expõe a marca aos riscos políticos associados ao evento.

Nike: foco em equipas e atletas
Em contraste, a Nike prefere não se associar diretamente à FIFA, concentrando-se em parcerias com equipas e atletas. Esta estratégia oferece maior flexibilidade e reduz os riscos políticos, como demonstrado nos Jogos Olímpicos de 2024, onde a Nike teve um desempenho notável sem ser patrocinadora oficial.

O ambiente político tem sido tenso, com o presidente Trump a fazer declarações controversas sobre os coanfitriões México e Canadá. Além disso, a FIFA foi criticada pelos preços elevados dos bilhetes, o que pode afastar alguns fãs. A imigração restrita e a proposta de verificar o histórico de redes sociais dos viajantes também pode dificultar a presença de muitos adeptos.

A Adidas, ao associar-se diretamente à FIFA, enfrenta maiores riscos reputacionais, enquanto a Nike pode dissociar-se de falhas organizacionais, focando-se apenas na experiência em campo. Em qualquer cenário, o planeamento de contingência será fundamental para minimizar os danos à imagem das marcas.




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