Verdade é a base do storytelling

“À mulher de César não basta ser honesta, tem que parecê-lo.” A frase está longe de ser uma novidade, mas assenta que nem uma luva na realidade das marcas, que decidiram apostar na comunicação das suas iniciativas de responsabilidade social e sustentabilidade.

Texto de Maria João Lima

Fotos de Paulo Alexandrino

O consumidor está alerta para todos os passos que as marcas dão. E ao mínimo deslize há os que saltam ao ataque, usando sobretudo as redes sociais, e os que correm a defender as suas marcas de eleição. A verdade é que, cada vez mais, a sociedade espera que as empresas tenham um papel transparente e as gerações mais novas destacam-se nesta exigência, até numa lógica de recrutamento.

As histórias que as marcas contam, ou seja, o storytelling das marcas, foi o ponto de partida para uma conversa que juntou na sede da Novabase, no Parque das Nações (Lisboa), profissionais de Comunicação de várias áreas de actividade: Inês Simões (Ageas), Inês Veloso (Randstad), Isabel Brito (Deloitte), Isabel Costa Cabral (Perfumes & Companhia), Maria Estarreja (Super Bock Group), Marta Canário (Novabase), Miguel Bento (S.L. Benfica), Nelson Teodoro (Novabase), Nuno España (Lusíadas), Salomé Faria (Siemens) e Teresa Burnay (Unilever).

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Março de 2020 da revista Marketeer.

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