Uma beata descartada pode ser uma obra de arte “repugnante”

“Museu da Beata” é uma iniciativa da marca de cinzeiros portáteis Maria Beata que ironiza a “criatividade” daqueles que deitam fora os seus cigarros nos lugares mais inusitados. Assinada pela Lola Normajean, a nova campanha parte de uma ideia simples: encontrar beatas descartadas que se parecem com obras de arte ou monumentos, identificá-las com placas provocativas e limpá-las.

Assim, uma beata apagada sobre uma concha no areal torna-se “O Nascimento da Parvoíce”, em comparação à obra de Botticelli “O Nascimento de Vênus”. Já beatas organizadas em círculo são baptizadas de “Stonehenge” e quando postas sobre fezes animais tornam-se uma obra intitulada “Self-portrait”.

«O Museu da Beata é uma exposição criada para desaparecer. Ao transformar cada pessoa numa espécie de ‘curador de arte’, fazemos também com que se unam a uma taskforce que visa solucionar um problema de dimensões globais», diz, em comunicado, Leandro Alvarez, CCO da Lola Normajean.

Além de alertar a população para aquela que será a maior fonte de lixo nos oceanos, a campanha pretende também ser um convite a encontrar estas obras “repugnantes”, fotografar e limpá-las.




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