Um par de ténis levou a Lego ao #1

A maior mudança na forma de pensar da Lego veio de uma visita etnográfica que fizemos a casa de um miúdo alemão… de 11 anos

Texto de Martin Lindstrom, especialista em brading e marketing e orador no próximo Business Transformation Summit, marcado para 9 de Outubro, em Lisboa

Os problemas da Lego começaram em 1981, quando Donkey Kong chegou ao mercado. Perante o desafio dos jogos digitais, a gestão da Lego decidiu que as crianças modernas não tinham paciência e criatividade suficiente para os brinquedos da marca. Todos os dados de estudos mostravam que as crianças preferiam jogos digitais, que fazem a maior parte do trabalho por elas. A Lego começou a focar-se em parques temáticos, vestuário infantil, videojogos, livros, programas de TV e lojas – e, para facilitar as brincadeiras, aumentou o tamanho das peças. Em 2004, estava em apuros, com cash flow negativo e risco de incumprimento de dívida.

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Junho de 2018 da revista Marketeer.

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