Tecnologia invade a banca

Seja com parcerias, aquisições ou com oferta desenvolvida internamente, a reinvenção da banca continua em marcha com o desenvolvimento tecnológico a liderar as tropas. Um caminho sem volta, até porque é aquilo que o consumidor exige às instituições das quais é cliente.

Texto de Maria João Lima

Fotos de Paulo Alexandrino

2019 foi um ano de estabilização para a banca em Portugal. O que se vive no sector é um contexto em que a banca saiu de uma grande crise, ainda não se reergueu totalmente e não atingiu o esplendor do pré-crise, até por haver muito por limpar. Acresce que o sector está a passar por um período de taxas de juro baixas. «O fenómeno das taxas baixas faz com que haja uma liquidez no sistema enorme. Há muitas liquidações antecipadas de crédito e à volta de 42% das casas que são compradas não são com recurso a crédito.» Isso tem impacto na rentabilidade dos bancos, tendo estes que procurar fontes de receitas em outras linhas que não costumavam ser tanto o seu foco, como é o caso das comissões.

O panorama do sector foi traçado numa conversa que juntou à mesa do pequeno-almoço, no Hotel Dom Pedro, em Lisboa, Constança Silva Macedo (BPI), Francisco Viana (CGD), Isabel Matos (Crédito Agrícola), João Paulo Velez (Santander), Lubélia Machado (Bankinter), Patrícia Fernandes (Banco Montepio) e Tiago Fleming (Banco Carregosa).

Para ler o artigo na íntegra consulte a edição de Janeiro de 2020 da revista Marketeer.

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