A Amazon acaba de atingir uma marca histórica ao atingir um milhão de robôs, consolidando-se como o maior operador de robótica móvel do mundo. Este feito simboliza mais do que um avanço tecnológico: representa uma mudança estratégica na forma como a gigante do e-commerce organiza a sua logística global.
A acompanhar o anúncio, a empresa revelou o lançamento do DeepFleet, um novo modelo de inteligência artificial generativa desenvolvido internamente para gerir o tráfego dos robôs dentro dos centros de cumprimento. “O objetivo de DeepFleet é simples e potente: reduzir em 10% o tempo de deslocação dos robôs dentro das instalações”, explicou Scott Dresser, vice-presidente da Amazon Robotics, citado pelo The Australian. A promessa passa por entregas mais rápidas, custos operacionais mais baixos e uma cadeia de abastecimento mais eficiente – três eixos cruciais para manter a vantagem competitiva da empresa.
O sistema foi treinado com dados históricos das operações globais da Amazon e implementado via SageMaker, a plataforma de machine learning da Amazon Web Services. Trata-se de um novo passo no uso de IA generativa para resolver problemas complexos fora do âmbito tradicional da criação de conteúdo ou apoio ao cliente.
Desde 2012, ano em que introduziu o seu primeiro robô, a Amazon tem vindo a expandir o uso destas máquinas para transportar estantes, levantar cargas pesadas e, mais recentemente, circular autonomamente pelos armazéns com pedidos de clientes – tudo com foco em velocidade, precisão e escala.













