Quo vadis, Luxus?

quo_vadisSegundo uma edição de Dezembro do portal LuxuryDaily.com, os consumidores de produtos e serviços premium e de luxo, em todo o mundo, utilizam cada vez mais os aparelhos com web móvel – smartphones e tablets – para pesquisar informação sobre tudo o que desejam comprar. Quo vadis, Luxus?

O uso da web móvel está a conhecer crescimentos impressionantes. Estima-se que existam cerca de 5 mil milhões de telemóveis no mundo e que cerca de 30% dos utilizadores tenham acesso regular à web por essa via. E embora esta percentagem não seja a mesma em todas as regiões do mundo – na Europa é ainda relativamente baixa – é, contudo, um indicador da evolução previsível nos próximos tempos. E essa evolução será particularmente rápida no mercado premium, pois actualmente o consumidor de luxo pertence à geração com mais estudos e formação académica de sempre, consegue riqueza em idade cada vez mais jovem e é grande conhecedor e utilizador das novas tecnologias e dos novos meios de comunicação, usando-os, tanto para pesquisar informação sobre produtos e serviços, como para fazer compras, segundo o estudo The Future of the Global Luxury Market, de Pamela Danzinger.

De realçar ainda que, numa pesquisa recente da Informa, publicada no portal mobithinking.com, Portugal integra a lista dos 10 países no mundo com maior penetração de aparelhos 3G. É um dado revelador e interessante.

Perante este fenómeno e a previsão de que o seu crescimento será gigantesco nos tempos vindouros, o que podem e devem fazer as marcas premium e de luxo, que pretendam conquistar ou manter clientes que normalmente têm poder de compra despreocupado?

Será possível contar histórias luxuosas usando ferramentas online? Como se pode potenciar, no mundo virtual, a envolvência dos sentidos e a vivência de experiências, ingredientes fundamentais no mundo do luxo? Estas são, provavelmente, algumas das questões que as marcas de luxo se colocam quando equacionam a entrada na web móvel. Creio que faz sentido a aposta em quatro áreas que se complementam e devem, preferencialmente, ser desenvolvidas em simultâneo.

PARA LER O ARTIGO NA ÍNTEGRA CONSULTAR EDIÇÃO IMPESSA Nº177

 

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