Política preocupa anunciantes da Super Bowl

Tudo pronto para a edição deste ano da Super Bowl. No próximo domingo, 2 de Fevereiro, enquanto as equipas de futebol americano Kansas City Chiefs e San Francisco 49ers lutam pelo título de grande vencedor, os intervalos serão dedicados a outro tipo de competição: qual o melhor anúncio?

Tendo em conta que um anúncio de 30 segundos pode custar até 5,6 milhões de dólares (cerca de cinco milhões de euros), as marcas não poupam esforços para tentar captar a atenção dos espectadores. Facebook, Audi, Coca-Cola, Pepsi, Doritos, Heinz, Toyota ou Pringles são apenas algumas das insígnias que já confirmaram presença nas pausas comerciais.

Mas, este ano, não são apenas as marcas a garantir um lugar. A próxima edição da Super Bowl está a dar que falar também pelo lado mais político, graças a anúncios dos candidatos presidenciais Donald Trump e Michael Bloomberg. Ambos terão investido mais de 10 milhões de dólares (aproximadamente nove milhões de euros) nas campanhas que irão divulgar durante o evento.

Segundo avança a CNBC, algumas marcas estão preocupadas com a possibilidade de a atenção dos espectadores se focar exclusivamente em Donald Trump e Michael Bloomberg – tendo em conta o investimento avultado, os anunciantes não ficam felizes com a ideia de serem ofuscados pela Casa Branca. Contudo, a Fox parece ter encontrado a solução.

Responsável pela transmissão da Super Bowl, a Fox irá transmitir os anúncios de âmbito político num segmento à parte para os restantes spots não sejam afectados, de acordo com fontes citadas pela mesma publicação.

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