O que fica aberto nos centros comerciais? 21 serviços continuam a funcionar

A Associação Portuguesa de Centros Comerciais (APCC) garante que o sector está preparado para cumprir as novas regras que entraram em vigor hoje. Em traços gerais, os centros comerciais passam a poder ter apenas um conjunto de serviços em funcionamento, de acordo com as medidas decretadas pelo Governo no âmbito do estado de emergência.

Somente serviços considerados essenciais podem permanecer de portas abertas, nomeadamente supermercados e farmácias – tal como acontece com o comércio de rua. “Os associados da APCC estão preparados para ajustar a sua operação”, garante António Sampaio de Mattos, presidente da associação, em comunicado.

Eis os 21 serviços que continuam a funcionar no interior dos centros comerciais de Norte a Sul de Portugal:

– Supermercados, hipermercados;

– Padarias;

– Restauração e bebidas (mas sem consumo nos centros, apenas para take away ou entrega ao domicílio);

– Serviços médicos;

– Farmácias e locais de venda de medicamentos não sujeitos a receita médica;

– Estabelecimentos de produtos médicos e ortopédicos;

– Oculistas;

– Estabelecimentos de produtos cosméticos e de higiene;

– Estabelecimentos de produtos naturais e dietéticos;

– Serviços postais;

– Papelarias e tabacarias (jornais, tabaco);

– Jogos sociais;

– Clínicas veterinárias;

– Estabelecimentos de venda de animais de companhia e respectivos alimentos;

– Estabelecimentos de venda de flores, plantas, sementes e fertilizantes;

– Estabelecimentos de lavagem e limpeza a seco de têxteis e peles;

– Drogarias;

– Lojas de ferragens e estabelecimentos de venda de material de bricolage;

– Estabelecimentos de manutenção e reparação de veículos automóveis e motociclos, tractores e máquinas agrícolas, bem como venda de peças e acessórios e serviços de reboque;

– Estabelecimentos de venda e reparação de electrodomésticos, equipamento informático e de comunicações e respectiva reparação;

– Serviços bancários, financeiros e seguros.

A APCC assegura ainda que os centros comerciais continuarão a cumprir todas as medidas de higiene e segurança recomendadas pelas autoridades, de modo a que não seja colocada em causa a segurança de visitantes, lojistas, colaboradres e fornecedores.

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